quarta-feira, 6 de maio de 2009

Crise deve ajudar a elevar anúncios em mídias digitais


Valor Online

05/05/2009 20:40


SÃO PAULO - A desaceleração econômica gerada pela crise e a necessidade de reduzir custos deve ajudar a aumentar a receita com anúncios na internet. Como as inserções em papel e televisão são muito mais caras do que banners ou equivalentes na mídia eletrônica, a Havas Digital acredita que uma migração será inevitável.


Esse cenário inesperado deve mais do que triplicar a participação da internet e intermeios no total de recursos destinado à publicidade nos próximos dois anos.


Hoje no Brasil, a internet tem apenas 3,54% do bolo de aportes em publicidade. Para a Gabriel Buruaga, co-presidente da Havas Digital, o natural seria um salto para 8% nos próximos dois anos, conforme tendência já verificada em outros países. Mas com a crise, essa fatia pode chegar a 12% ou 13% no mesmo período.


Já em 2009, essa participação deve avançar para 5%. "A crise deve contribuir para acelerar esse ritmo", diz. Não quer dizer que o setor será muito favorecido, mas que num cenário de queda nas receitas de todos os meios de publicidade, a mídia online deve se garantir com crescimento, avalia ele.


A previsão para este ano é de que o faturamento da mídia online global cresça 10%, enquanto o conjunto de outras mídias registre uma queda de 8%. Dados divulgados pela American Journalism Review dão conta de que o potencial de crescimento também é justificado pelo tempo de exposição dos internautas brasileiros, que lideram um ranking global com 23 horas de navegação por mês. Para Buruaga, essa fatia de 3,5% não corresponde a essa exposição. Em países anglo-saxões a internet já tem 30% de participação em receitas de publicidade. Na Europa, a fatia chega a 25%.


André Zimmermann, diretor-geral da MediaContacts, agência de marketing interativo do Grupo Havas, diz que outro fator a contribuir para isso, é o aumento do acesso à internet, inclusive por banda larga, nas classes C e D, o que abre um mercado que não vinha sendo explorado por algumas empresas.


Também é visto como vantagem a capacidade de medir a resposta em publicidades desse tipo, o que tende a convencer muitos diretores de marketing a elevar ou se lançar nos novos meios de exposição. 


"Ninguém mais questiona necessidade de anunciar na internet. A questão agora é como estar na internet", diz Ricardo Reis, diretor-geral da Havas Digital no Brasil.


Por aqui, a estimativa de mercado é de que a receita com anúncios online deve aumentar de 25% a 30% neste ano, depois de ter avançado 40% no ano passado, inclusive na operação global da Havas Digital.


(Bianca Ribeiro | Valor Online)


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O Bolsa Família e o fogão a gás


06/05/2009 - 07:57

Atualizado


Por Fernando Gomes

Uma certa distribuidora de gás precisou realizar, em meados de 2008, investimentos de um certo valor. Parte dele, ou mais precisamente, R$ 160 milhões, destinavam-se a aquisição de 8.000.000 (oito milhões) de botijas de gás, tanto para substituir aquelas cuja vida útil se esgotara, como para repor as botijas compradas por novos consumidores.


Cada botija custa R$ 200 no fabricante e é repassada ao consumidor final por um preço que varia entre R$ 40/R$50 ( a diferença é subsídio da distribuidora de gás) Cada botija vendida tem um pay back de 4 anos.


Dos 8 milhões de botijas, 2.500.000 destinavam-se exclusivamente a região Nordeste, para repor vasilhames vendidos sem retorno.

Tradução: 2.500.000 de famílias deixaram de consumir lenha para consumir o gás GLP, exclusivamente na região nordeste.


A distribuidora identificou o que estava por trás desse movimento:

a) Bolsa Família
b) poder de compra do salário mínimo
c) empréstimo consignado
d) maior oferta de emprego


O cartão do Bolsa Família serve, entre outras coisas, para comprovar renda. assim, o despossuído que antes dependia de lenha prá cozinhar, para desespero do Ali Kamel consegiu ir até a loja e comprar um fogão por R$ 200, em 18/24 meses, e pela primeira vez comprar um bujão de gás. Daí a necessidade de reposição de 2.500.000 de unidades. Registre-se que isso não aconteceu de repente, foi entre 2003 e 2007.


Por Roberto São Paulo;SP

Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liqüefeito de Petróleo – Sindigás, 24/03/2009

Liquigás lança botijão de 8 kg em Sergipe


A Liquigás Distribuidora - empresa de distribuição de GLP da Petrobras Distribuidora - lançou hoje (19/03), em Aracaju, o novo botijão com 8 kg de capacidade, o P-8.

A empresa investiu R$ 13,5 milhões no desenvolvimento do produto, que entra no Estado como uma opção aos consumidores, em especial para os consumidores com baixo poder aquisitivo e para os que têm necessidade de um consumo reduzido de GLP………………


………….O botijão de 8 kg também é uma alternativa mais econômica, já que a estimativa é que seja vendido por valor entre R$ 20,00 e R$ 21,00, uma diferença relevante se comparado ao botijão de 13 kg, que custa em torno de R$ 30,00……………….


……….Com o novo produto, já lançado em São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Piauí, a Liquigás espera disponibilizar no estado de Sergipe o GLP para parcela significativa da população, das classes C, D e E, com economia e com a qualidade inerente aos produtos Liquigás.


A companhia tem como foco atender 428.544 domicílios pertencentes a famílias das classes C, D e E, e conforme dados do IBGE, 94,5% da população do estado, estimada em 1.962.526 pessoas, mora em casas………………


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