Mostrando postagens com marcador biblioteca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador biblioteca. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de janeiro de 2013

Novas Perspectivas para o Futuro


          O cuidado em identificar pontos críticos no surgimento do comércio virtual prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do retorno esperado a longo prazo. Do mesmo modo, a adoção de políticas descentralizadoras maximiza as possibilidades por conta das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. É claro que a mobilidade dos capitais internacionais auxilia a preparação e a composição dos métodos utilizados na avaliação de resultados. 

          No mundo atual, o novo modelo estrutural aqui preconizado cumpre um papel essencial na formulação do processo de comunicação como um todo. A nível organizacional, a revolução dos costumes apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do fluxo de informações. Pensando mais a longo prazo, o desafiador cenário globalizado aponta para a melhoria das diversas correntes de pensamento. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a execução dos pontos do programa garante a contribuição de um grupo importante na determinação de todos os recursos funcionais envolvidos. Desta maneira, a necessidade de renovação processual não pode mais se dissociar dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. 

          As experiências acumuladas demonstram que o comprometimento entre as equipes facilita a criação dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. No entanto, não podemos esquecer que o acompanhamento das preferências de consumo acarreta um processo de reformulação e modernização da gestão inovadora da qual fazemos parte. Todavia, o consenso sobre a necessidade de qualificação faz parte de um processo de gerenciamento do orçamento setorial. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a estrutura atual da organização possibilita uma melhor visão global do sistema de participação geral. 

          É importante questionar o quanto a expansão dos mercados mundiais desafia a capacidade de equalização dos índices pretendidos. Percebemos, cada vez mais, que a determinação clara de objetivos promove a alavancagem do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. A prática cotidiana prova que a complexidade dos estudos efetuados representa uma abertura para a melhoria dos níveis de motivação departamental. 

          O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a constante divulgação das informações exige a precisão e a definição dos procedimentos normalmente adotados. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a consulta aos diversos militantes é uma das consequências das formas de ação. Por conseguinte, a percepção das dificuldades pode nos levar a considerar a reestruturação das condições financeiras e administrativas exigidas. 

          Gostaria de enfatizar que a crescente influência da mídia agrega valor ao estabelecimento do levantamento das variáveis envolvidas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a contínua expansão de nossa atividade ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das regras de conduta normativas. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a hegemonia do ambiente político estende o alcance e a importância dos modos de operação convencionais. 

          O que temos que ter sempre em mente é que a valorização de fatores subjetivos estimula a padronização dos paradigmas corporativos. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o julgamento imparcial das eventualidades talvez venha a ressaltar a relatividade do impacto na agilidade decisória. Neste sentido, a consolidação das estruturas deve passar por modificações independentemente das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. 

          O empenho em analisar o início da atividade geral de formação de atitudes oferece uma interessante oportunidade para verificação do remanejamento dos quadros funcionais. Não obstante, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos nos obriga à análise de alternativas às soluções ortodoxas. Caros amigos, o fenômeno da Internet assume importantes posições no estabelecimento das condições inegavelmente apropriadas. 

          Por outro lado, a competitividade nas transações comerciais afeta positivamente a correta previsão das novas proposições. Evidentemente, o entendimento das metas propostas causa impacto indireto na reavaliação das direções preferenciais no sentido do progresso. Assim mesmo, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação obstaculiza a apreciação da importância do investimento em reciclagem técnica. 

          A prática cotidiana prova que a valorização de fatores subjetivos possibilita uma melhor visão global de todos os recursos funcionais envolvidos. É claro que a determinação clara de objetivos apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das diversas correntes de pensamento. Do mesmo modo, a crescente influência da mídia estende o alcance e a importância do processo de comunicação como um todo. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação cumpre um papel essencial na formulação dos métodos utilizados na avaliação de resultados. O cuidado em identificar pontos críticos no desafiador cenário globalizado maximiza as possibilidades por conta do remanejamento dos quadros funcionais. 

          Pensando mais a longo prazo, a competitividade nas transações comerciais oferece uma interessante oportunidade para verificação das condições financeiras e administrativas exigidas. Neste sentido, a execução dos pontos do programa é uma das consequências do orçamento setorial. Não obstante, a adoção de políticas descentralizadoras não pode mais se dissociar dos modos de operação convencionais. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o comprometimento entre as equipes estimula a padronização dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. 

          As experiências acumuladas demonstram que a expansão dos mercados mundiais faz parte de um processo de gerenciamento da gestão inovadora da qual fazemos parte. Caros amigos, o entendimento das metas propostas nos obriga à análise do investimento em reciclagem técnica. No mundo atual, o consenso sobre a necessidade de qualificação prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos índices pretendidos. Todavia, o acompanhamento das preferências de consumo desafia a capacidade de equalização das novas proposições. 

          O empenho em analisar a consolidação das estruturas talvez venha a ressaltar a relatividade do impacto na agilidade decisória. É importante questionar o quanto o início da atividade geral de formação de atitudes representa uma abertura para a melhoria do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a revolução dos costumes promove a alavancagem dos procedimentos normalmente adotados. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a consulta aos diversos militantes obstaculiza a apreciação da importância das formas de ação. 

          Por conseguinte, o julgamento imparcial das eventualidades agrega valor ao estabelecimento do sistema de participação geral. Gostaria de enfatizar que a mobilidade dos capitais internacionais exige a precisão e a definição das condições inegavelmente apropriadas. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a contínua expansão de nossa atividade ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança dos paradigmas corporativos. 


• • •

texto "escrito" por:

fabuloso gerador de lero-lero 2.0


domingo, 26 de dezembro de 2010

Gabriel García Márquez : Estas sinistras festas de Natal


. o escritor colombiano escreveu, há 30 anos, em artigo para o El País
. . pescado no Vi o Mundo
. . . e no Vermelho

* * *

Ninguém mais se lembra de Deus no Natal. Há tanto barulho de cornetas e de fogos de artifício, tantas grinaldas de fogos coloridos, tantos inocentes perus degolados e tantas angústias de dinheiro para se ficar bem acima dos recursos reais de que dispomos que a gente se pergunta se sobra algum tempo para alguém se dar conta de que uma bagunça dessas é para celebrar o aniversário de um menino que nasceu há 2 mil anos em uma manjedoura miserável, a pouca distância de onde havia nascido, uns mil anos antes, o rei Davi.

Cerca de 954 milhões de cristãos – quase 1 bilhão deles, portanto – acreditam que esse menino era Deus encarnado, mas muitos o celebram como se na verdade não acreditassem nisso. Celebram, além disso, muitos milhões que nunca acreditaram, mas que gostam de festas e muitos outros que estariam dispostos a virar o mundo de ponta cabeça para que ninguém continuasse acreditando. Seria interessante averiguar quantos deles acreditam também no fundo de sua alma que o Natal de agora é uma festa abominável e não se atrevem a dizê-lo por um preconceito que já não é religioso, mas social.

O mais grave de tudo é o desastre cultural que estas festas de Natal pervertidas estão causando na América Latina. Antes, quando tínhamos apenas costumes herdados da Espanha, os presépios domésticos eram prodígios de imaginação familiar. O menino Jesus era maior que o boi, as casinhas nas colinas eram maiores que a Virgem e ninguém se fixava em anacronismos: a paisagem de Belém era complementada com um trenzinho de arame, com um pato de pelúcia maior que um leão que nadava no espelho da sala ou com um guarda de trânsito que dirigia um rebanho de cordeiros em uma esquina de Jerusalém.

Por cima de tudo, se colocava uma estrela de papel dourado com uma lâmpada no centro e um raio de seda amarela que deveria indicar aos Reis Magos o caminho da salvação. O resultado era na realidade feio, mas se parecia conosco e claro que era melhor que tantos quadros primitivos mal copiados do alfandegário Rousseau.

A mistificação começou com o costume de que os brinquedos não fossem trazidos pelos Reis Magos – como acontece na Espanha, com toda razão –, mas pelo menino Jesus. As crianças dormíamos mais cedo para que os brinquedos nos chegassem logo e éramos felizes ouvindo as mentiras poéticas dos adultos.

No entanto, eu não tinha mais do que cinco anos quando alguém na minha casa decidiu que já era hora de me revelar a verdade. Foi uma desilusão não apenas porque eu acreditava de verdade que era o menino Jesus que trazia os brinquedos, mas também porque teria gostado de continuar acreditando. Além disso, por uma pura lógica de adulto, eu pensei então que os outros mistérios católicos eram inventados pelos pais para entreter aos filhos e fiquei no limbo.

Naquele dia – como diziam os professores jesuítas na escola primária –, eu perdi a inocência, pois descobri que as crianças tampouco eram trazidas pelas cegonhas desde Paris, que é algo que eu ainda gostaria de continuar acreditando para pensar mais no amor e menos na pílula.

Tudo isso mudou nos últimos 30 anos, mediante uma operação comercial de proporções mundiais que é, ao mesmo tempo, uma devastadora agressão cultural. O menino Jesus foi destronado pela Santa Claus dos gringos e dos ingleses, que é o mesmo Papai Noel dos franceses e aos que conhecemos de mais. Chegou-nos com o trenó levado por um alce e o saco carregado de brinquedos sob uma fantástica tempestade de neve.

Na verdade, este usurpador com nariz de cervejeiro é simplesmente o bom São Nicolau, um santo de quem eu gosto muito e porque é do meu avô o coronel, mas que não tem nada a ver com o Natal e menos ainda com a véspera de Natal tropical da América Latina.

Segundo a lenda nórdica, São Nicolau reconstruiu e reviveu a vários estudantes que haviam sido esquartejados por um urso na neve e por isso era proclamado o patrono das crianças. Mas sua festa é celebrada em 6 de dezembro, e não no dia 25. A lenda se tornou institucional nas províncias germânicas do Norte no final do século 18, junto à árvore dos brinquedos e a pouco mais de cem anos chegou à Grã-Bretanha e à França.

Em seguida, chegou aos Estados Unidos, e estes mandaram a lenda para a América Latina, com toda uma cultura de contrabando: a neve artificial, as velas coloridas, o peru recheado e estes quinze dias de consumismo frenético a que muito poucos nos atrevemos a escapar.

No entanto, talvez o mais sinistro destes Natais de consumo seja a estética miserável que trouxeram com elas: esses cartões postais indigentes, essas cordinhas de luzes coloridas, esses sinos de vidro, essas coroas de flores penduradas nas portas, essas músicas de idiotas que são traduções malfeitas do inglês e tantas outras gloriosas asneiras para as quais nem sequer valia a pena ter sido inventada a eletricidade.

Tudo isso em torno da festa mais espantosa do ano. Uma noite infernal em que as crianças não podem dormir com a casa cheia de bêbados que erram de porta buscando onde desaguar ou perseguindo a esposa de outro que acidentalmente teve a sorte de ficar dormido na sala.

Mentira: não é uma noite de paz e amor, mas o contrário. É a ocasião solene das pessoas de quem não gostamos. A oportunidade providencial de sair finalmente dos compromissos adiados porque indesejáveis: o convite ao pobre cego que ninguém convida, à prima Isabel que ficou viúva há 15 anos, à avó paralítica que ninguém se atreve a exibir.

É a alegria por decreto, o carinho por piedade, o momento de dar presente porque nos dão presentes e de chorar em público sem dar explicações. É a hora feliz de que os convidados bebam tudo o que sobrou do Natal anterior: o creme de menta, o licor de chocolate, o vinho passado.

Não é raro, como aconteceu frequentemente, que a festa acabe a tiros. Nem tampouco é raro que as crianças – vendo tantas coisas atrozes – terminem acreditando de verdade que o menino Jesus não nasceu em Belém, mas nos Estados Unidos.



segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Brasil multicolor

. a velha midia brasileira mostrou um

. . mapa em 2 cores para indicar

. . . onde cada candidato tinha ganhado

. . . . isso leva a uma interpretação equivocada

. . . . . de que o Brasil ficou dividido depois da eleições

. . . . . . o que interessa obviamente a alguns setores

. . . . . . . mas esse mapa de 2 cores mostra apenas o sim e o não

. . . . . . . . ou estão comigo, ou são do mal (quem tem medo do lobo mau?)

. . . . . . . . . mas podemosinterpretar as coisas de outra forma

. . . . . . . . . . alguns estados a vitória foi por grade diferença

. . . . . . . . . 80% a 20%, por exemplo

. . . . . . . . em outros foi muito próxima

. . . . . . . 51% a 49%

. . . . . . e aí as cores são outras

. . . . . o design e ilustrador Bruno Barros, visite o sítio dele

. . . . fez este outro mapa com as nuances de cores

. . . correspondendo às nuances nas proporções de votação

. . assim não há 2 Brasis como querem alguns

. e um único Brasil cada vez mais forte




clique para ampliar


sexta-feira, 18 de junho de 2010

o melhor curso de inglês …


. esse é imbatível …

. matricule-se já






quarta-feira, 9 de abril de 2008

cabeça nas nuvens ...


. será que

. . só quem vive no mundo da lua

. . . tem a cabeça nas nuvens ?

. . . . existe um sítio

. . . . . e também um livro

. . . . . . Guia do Observador de Nuvens


. . . . . de
Gavin Pretor-Pinney

. . . . Editora Intrinseca (2008)

. . . com photos dos lunáticos

. . digo, dos cabeça nas nuvens

. abaixo alguns exemplos














. . . . . . . você quer a ligação (link) para o sítio, certo ?

. . . . . . . então procure na minha lista de ligações

. . . . . . . na barra direita deste Blog

. cloud appreciation society