sábado, 4 de outubro de 2008

vamos copiar apenas o que os EUA têm de melhor


o texto a seguir foi publicado no Brasil na "Carta maior"

tem algumas idéias que são discutidas ali

mas 1 delas pode ser extraída para nos (Brasil) servir de exemplo nesta hora (eleições)

me refiro exatamente a este trecho:

"Mas o que não sabiam era que centenas de milhares de estadunidenses tinham acordado pela manhã e decidido que era tempo de se rebelar. Milhares de chamadas telefônicas e correios eletrônicos golpearam o Congresso tão forte como se Marshall Dillon (Comissário Dillon, personagem de uma série de televisão) e Elliot Ness tivessem descido em Washington D.C. para deter os saques e prender os ladrões."

é hora de pressionar nossos deputados, senadores

são muitos casos de corrupção mal ou não resolvidos

são muitos descasos

há muita desfaçatez da classe política em relação ao povo e ao próprio Estado

temos o voto agora no domingo

temos email e telefone para importuna-los por todo seu mandato

democracia funciona na base da pressão

o que esperamos?


leia o texto:


A ESTRATÉGIA DO MEDO
Algumas coisas que a mídia não diz sobre a crise nos EUA

Em um artigo intitulado "Querem nos meter medo", o cineasta Michael Moore (foto) conta como centenas de milhares de pessoas entupiram os telefones e correios eletrônicos dos congressistas dos EUA contra a lei proposta pelo governo Bush para salvar os bancos em crise. E aponta como Wall Street e seu braço midiático (as redes de TV e outros meios) seguem com a estratégia de atemorizar a população.
Michael Moore - Página 12

Quem acompanha a cobertura da crise nos Estados Unidos feita pela imprensa brasileira pode ser levado a acreditar que a política está "atrapalhando" a busca de uma solução para o problema. Essa afirmação vem sendo feita todos os dias por vários jornalistas e colunistas econômicos em todo país, supostamente especializados no assunto. A aprovação da proposta de ajuda aos bancos quebrados é apontada como uma condição necessária para evitar o caos. Há vários silêncios nesta cobertura, aqui e também nos EUA.

Em um artigo intitulado "
Querem nos meter medo", o cineasta Michael Moore conta como centenas de milhares de pessoas entupiram os telefones e correios eletrônicos dos congressistas dos EUA contra a lei proposta pelo governo Bush para salvar os bancos em crise. E aponta como Wall Street e seu braço midiático (as redes de TV e outros meios) seguem com a estratégia de atemorizar a população, omitindo, entre outras coisas, que a proposta apresentada ao Congresso não trazia qualquer esperança para os pobres mortais ameaçados de perder suas casas hipotecadas (Marco Aurélio Weissheimer)


Tradução do artigo de Michael Moore publicado no jornal Página 12:

Querem nos meter medo

Todos diziam que a lei seria aprovada. Os especialistas do universo já estavam fazendo reservas para celebrar nos melhores restaurantes de Manhattan. Os compradores particulares em Dallas e Atlanta foram despachados para fazer as primeiras compras de Natal. Os homens loucos de Chicago e Miami já estavam abrindo as garrafas e brindando entre eles muito antes do café da manhã.

Mas o que não sabiam era que centenas de milhares de estadunidenses tinham acordado pela manhã e decidido que era tempo de se rebelar. Milhares de chamadas telefônicas e correios eletrônicos golpearam o Congresso tão forte como se Marshall Dillon (Comissário Dillon, personagem de uma série de televisão) e Elliot Ness tivessem descido em Washington D.C. para deter os saques e prender os ladrões.

A Corporação do Crime do Século foi detida por 228 votos contra 205. Foi um acontecimento raro e histórico. Ninguém conseguia lembrar de um momento onde uma lei apoiada pelo presidente e pelas lideranças de ambos os partidos fosse derrotada. Isso nunca acontece. Muita gente está se perguntando por que a ala direita do Partido Republicano se uniu à ala esquerda do Partido Democrata para votar contra o roubo. Quarenta por cento dos democratas e dois terços dos republicanos votaram contra a lei.

Eis o que aconteceu:

A corrida presidencial pode estar ainda muito parelha nas pesquisas, mas as corridas no Congresso estão assinalando uma vitória esmagadora dos democratas. Poucos questionam a previsão de que os republicanos receberão uma surra no dia 4 de novembro. As previsões indicam que os republicanos perderão cerca de 30 cadeiras na Câmara de Representantes, o que representaria um incrível repúdio a sua agenda. Os representantes do governo têm tanto medo de perder seus assentos que, quando apareceu esta “crise financeira” há duas semanas, deram-se conta que estavam diante de sua única oportunidade de separar-se de Bush antes da eleição, fazendo algo que fizesse parecer que estavam do lado da “gente”.

Estava vendo ontem C-Span, uma das melhores comédias que assisti em anos. Ali estavam, um republicano depois do outro que apoiaram a guerra e afundaram o país em uma dívida recorde, que tinham votado para matar qualquer regulação que mantivesse Wall Street sob controle – ali estavam, lamentando-se e defendendo o pobre homem comum.Um depois do outro, usaram o microfone da Câmara baixa e jogaram Bush sob o ônibus, para baixo do trem (ainda que tenham cotado para retirar os subsídios aos trens também), diabos, teriam jogado o presidente nas águas crescentes de Lower Ninth Ward (bairro de Nova Orleans) se
pudessem prever outro furacão.

Os valentes 95 democratas que romperam com Barney Frank e Chris Dodd eram os verdadeiros heróis, do mesmo modo como aqueles poucos que votaram contra a guerra em outubro de 2002. Reparem nos comentários dos republicanos Marcy Kaptur, Sheila Jackson Lee e Dennis Kucinich. Disseram a verdade. Os democratas que votaram a favor do pacote o fizeram em grande parte porque estavam temerosos das ameaças de Wall Street, que se os ricos não recebessem sua dádiva, os mercados enlouqueceriam e então adeus às pensões que dependem das ações e adeus aos fundos de aposentadoria. E adivinhem? Isso é exatamente o que fez Wall Street! A maior queda em um único dia no índice Dow da Bolsa de Valores de Nova York.

À noite, os apresentadores de televisão gritavam: os estadunidenses acabaram de perder 1,2 bilhão de dólares na Bolsa! É o Pearl Harbour financeiro! Caiu o céu! Gripe aviária! Obviamente, quem conhece a bolsa sabe que ninguém “perdeu” nada ontem, que os valores sobem e baixam e que isso também acontecerá porque os ricos compraram agora que estão baixo, os segurarão, depois os venderão e logo em seguida os comprarão novamente quando estiverem baixos de novo. Mas, por enquanto, Wall Street e seu braço de propaganda (as redes de TV e os meios de comunicação que possuem) continuarão tratando de nos meter medo. Algumas pessoas perderão seus empregos. Uma débil nação de fantoches não suportará muito tempo esta tortura. Ou poderemos suportar?

Eis no que acredito: a liderança democrata na Câmara baixa esperava secretamente todo o tempo que esta péssima lei fracassasse. Com as propostas de Bush derrotadas, os democratas sabiam que poderiam então escrever sua própria lei que não favoreça apenas os 10% mais ricos que estavam esperando outro lingote de ouro. De modo que a bola está nas mãos da oposição. O revólver de Wall Street, porém, aponta para suas cabeças. Antes que dêem o próximo passo, deixem-me dizer no que os meios de comunicação silenciaram enquanto se debatida essa lei:

1. A lei de resgate NÃO prevê recursos para o chamado grupo de supervisão que deve monitorar como Wall Street vai gastar os 700 bilhões de dólares;

2. A lei NÃO considerava multas, sanções ou prisão para nenhum executivo que roubar dinheiro público;

3. A lei NÃO fez nada obrigar aos bancos e aos fundos de empréstimo a renovar as hipotecas do povo para evitar execuções. Esta lei não deteria uma sequer execução!

4. Em toda a legislação NÃO havia nada executável, usando palavras como “sugerido” quando se referiam à devolução do dinheiro do resgate a ser feito pelo governo.

5. Mais de 200 economistas escreveram ao Congresso e disseram que esta lei poderia piorar a crise financeira e provocar ainda MAIS uma queda.

É hora de nosso lado estabelecer claramente as leis que queremos aprovar.

Tradução para o espanhol: Celita Doyhambéhére

Tradução para o português: Marco Aurélio Weissheimer




fonte:   carta maior


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

e depois ...


 . . . dizem que os 3 patetas que faziam as palhaçadas

 . . esse video aí embaixo é uma espécie de explicação

 . . da tal crise

 . . tal como a história do seu Biu

 . tirando um certo ar racista e as risadas ridículas de fundo

 . parece didático e engraçado

 . . . .  serve também para aprimorar o inglês e o castelhano








quarta-feira, 1 de outubro de 2008

seu juíz, tenha juízo !


. em tempos de juízes sem juízo

. nada como ver isso

. o 1º, parte I, tem 10 minutos

. o 2º, parte II, 7











quinta-feira, 25 de setembro de 2008

pacote anticrise dos eua


. a imprensa omite uma importante informação sobre a crise nos eua

. ou por não saber

. ou por considerar menos importante que outras

. mas, embora pareça um detalhe no meio de diversas medidas sérias

. incluindo o valor quase surreal de US$ 700 milhões (haja milho, hein?)

. os cadernos de economia deveriam trazer essa que

. talvez seja a mais importante de todas dentro do

. pacote estadunidense

. o governo, a exemplo do brazil dos anos 80 e 90

. fará um reajuste monetário

. lançando o NOVO DÓLAR

. importantíssimo pois precisamos nos acostumar a essa nova moeda

. que virá com notas novas e remodeladas

. segundo a casa já não tão branca como outrora

. essa nova moeda será mais adequada aos novos tempos vindouros

. para o conhecimento dos brasileiros vai

. logo abaixo um exemplar do novo modelo de 1 dólar














segunda-feira, 22 de setembro de 2008

cri-cri ... se !


. Crise! Que crise? Qualquer uma ...

. . eis um texto de autoria desconhecida

. . . mas que me ajudou a entender a ¿ crise

. dos yankies


foi        
publicado  
aqui       


"O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de 'emibiêi', decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis 'zécutivos' de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.''


sábado, 20 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Putz !


. Putz, e agora ?





quarta-feira, 17 de setembro de 2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

domingo, 17 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Diesel envenenado


. está circulando um abaixo-assinado
. (acesse a ligação)
. exigindo que seja mantido o prazo de

. . . janeiro de 2009 . . .

. . para que se passe a vender no Brasil um óleo diesel
. . um pouco menos poluente,
. . com menor teor de enxofre.

é organizado por várias ONGs sérias



Saiba mais pelo sítio do

outras informações


domingo, 27 de julho de 2008

Um Oceano de plástico - figura


Esta imagem ajuda a entender





clique para ampliar



Um Oceano de plástico


Este é sobre o mesmo assunto, mas em português


Escrito por Ana Marina Martins de Lima em 24/07/08
Contribuição de Angélica Bustamante



Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.
Foto Vortex

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos. Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos. O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. ‘Como foi possível fazermos isso?’ - ‘Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo’.

Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes. E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Foto: Plastico no estomago de uma ave

Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully


> > > > > < < < < <

sobre este assunto acesse:

vi o mundo

mirando mundo

neurônios hiperativos

gambá - grupo ambientalista da Bahia

ambiente do meio

ieso nagata's

Plastic is Drastic: World's Largest 'Landfill' is in the Middle of the Ocean

Texto do:

CAPT. CHARLES MOORE / Algalita Marine Research Foundation (AMRF) 1nov02

There is a large part of the central Pacific Ocean that no one ever visits and only a few ever pass through. Sailors avoid it like the plague for it lacks the wind they need to sail. Fisherman leave it alone because its lack of nutrients makes it an oceanic desert. This area includes the “horse latitudes,” where stock transporters in the age of sail got stuck, ran out of food and water and had to jettison their horses and other livestock. Surprisingly, this is the largest ocean realm on our planet, being about the size of Africa- over ten million square miles. A huge mountain of air, which has been heated at the equator, and then begins descending in a gentle clockwise rotation as it approaches the North Pole, creates this ocean realm. The circular winds produce circular ocean currents which spiral into a center where there is a slight down-welling. Scientists know this atmospheric phenomenon as the subtropical high, and the ocean current it creates as the north Pacific central or sub-tropical gyre.

Because of the stability of this gentle maelstrom, the largest uniform climatic feature on earth is also an accumulator of the debris of civilization. Anything that floats, no matter where it comes from on the north Pacific Rim or ocean, ends up here, sometimes after drifting around the periphery for twelve years or more. Historically, this debris did not accumulate because it was eventually broken down by microorganisms into carbon dioxide and water. Now, however, in our battle to store goods against natural deterioration, we have created a class of products that defeats even the most creative and insidious bacteria. They are plastics. Plastics are now virtually everywhere in our modern society. We drink out of them, eat off of them, sit on them, and even drive in them. They’re durable, lightweight, cheap, and can be made into virtually anything. But it is these useful properties of plastics, which make them so harmful when they end up in the environment. Plastics, like diamonds, are forever!

A comparison of plastic and plankton
in the North Pacific central gyre

Marine Pollution Bulletin Dec 2001

If plastic doesn’t biodegrade, what does it do? It “photo-degrades” – a process in which it is broken down by sunlight into smaller and smaller pieces, all of which are still plastic polymers, eventually becoming individual molecules of plastic, still too tough for anything to digest. For the last fifty-odd years, every piece of plastic that has made it from our shores to the Pacific Ocean, has been breaking down and accumulating in the central Pacific gyre. Oceanographers like Curtis Ebbesmeyer, the world’s leading flotsam expert, refer to it as the great Pacific Garbage Patch. The problem is that it is not a patch, it’s the size of a continent, and it’s filling up with floating plastic waste. My research [see box at right] has documented six pounds of plastic for every pound of plankton in this area. My latest 3-month round trip research voyage just completed in Santa Barbara this week, (our departure was covered by SBNP) got closer to the center of the Garbage Patch than before and found levels of plastic fragments that were far higher for hundreds of miles. We spent weeks documenting the effects of what amounts to floating plastic sand of all sizes on the creatures that inhabit this area. Our photographers captured images of jellyfish hopelessly entangled in frayed line, and transparent filter feeding organisms with colorful plastic fragments in their bellies.

As we drifted in the center of this system, doing underwater photography day and night, we began to realize what was happening. A paper plate thrown overboard just stayed with us, there was no wind or current to move it away. This is where all those things that wash down rivers to the sea end up. On October 10, during our return trip to Santa Barbara, we discovered something never before documented — a Langmuir Windrow of plastic debris. Circular ocean currents with contrary rotation create long lines of material, visible from above as streaks on the ocean. Normally these are formed by planktonic organisms or foam, but we discovered one made of plastic. Everything from huge hawsers to tiny fragments were formed into a miles long line. We picked up hundreds of pounds of netting of all types bailed together in this system along with every type and size of debris imaginable. Sometimes, windrows like this drift down over the Hawaiian Islands. That is when Waimanalo Beach on Oahu gets coated with blue green plastic sand, along with staggering amounts of larger debris. Farther to the northwest, at the Northwestern Hawaiian Islands Coral Reef Ecosystem Reserve, monk seals, the most endangered mammal species in the United States, get entangled in debris, especially cheap plastic nets lost or discarded by the fishing industry. Ninety percent of Hawaiian green sea turtles nest here and eat the debris, mistaking it for their natural food, as do Laysan and Black Footed Albatross. Indeed, the stomach contents of Laysan Albatross look like the cigarette lighter shelf at a convenience store they contain so many of them.

It’s not just entanglement and indigestion that are problems caused by plastic debris, however. There is a darker side to pollution of the ocean by ubiquitous plastic fragments. As these fragments float around , they accumulate the poisons we manufacture for various purposes that are not water-soluble. It turns out that plastic polymers are sponges for DDT, PCBs and nonylphenols -oily toxics that don’t dissolve in seawater. Plastic pellets have been found to accumulate up to one million times the level of these poisons that are floating in the water itself. These are not like heavy metal poisons which affect the animal that ingests them directly. Rather, they are what might be called “second generation “ toxics. Animals have evolved receptors for elaborate organic molecules called hormones, which regulate brain activity and reproduction. Hormone receptors cannot distinguish these toxics from the natural estrogenic hormone, estradiol, and when the pollutants dock at these receptors instead of the natural hormone, they have been shown to have a number of negative effects in everything from birds and fish to humans. The whole issue of hormone disruption is becoming one of, if not the biggest environmental issue of the 21st Century. Hormone disruption has been implicated in lower sperm counts and higher ratios of females to males in both humans and animals. Unchecked, this trend is a dead end for any species.

A trillion trillion vectors for our worst pollutants are being ingested by the most efficient natural vacuum cleaners nature ever invented, the mucus web feeding jellies and salps (chordate jellies that are the fastest growing multicellular organisms on the planet) out in the middle of the ocean. These organisms are in turn eaten by fish and then, certainly in many cases, by humans. We can grow pesticide free organic produce, but can nature still produce a pesticide free organic fish? After what I have witnessed first hand in the Pacific, I have my doubts.

I am often asked why we can’t vacuum up the particles. In fact, it would be more difficult than vacuuming up every square inch of the entire United States, it’s larger and the fragments are mixed below the surface down to at least 30 meters. Also, untold numbers of organisms would be destroyed in the process. Besides, there is no economic resource that would be directly benefited by this process. We have not yet learned how to factor the health of the environment into our economic paradigm. We need to get to work on this calculus quickly, for a stock market crash will pale by comparison to an ecological crash on an oceanic scale.

I know that when people think of the deep blue ocean, they see images of pure, clean, unpolluted water. After we sample the surface water in the central Pacific, I often dive over with a snorkel and a small aquarium net. I have yet to come back after a fifteen minute swim without plastic fragments for my collection. I can no longer see pristine images when I think of the briny deep. Neither can I imagine any “beach cleanup” type of solution. Only elimination of the source of the problem can result in an ocean nearly free from plastic, and the desired result will only be seen by citizens of the third millennium AD. The battle to change the way we produce and consume plastics has just begun, but I believe it is essential that it be fought now. The levels of plastic particulates in the Pacific have at least tripled in the last ten years and a tenfold increase in the next decade is not unreasonable. Then, sixty times more plastic than plankton will float on its surface.

Captain Charles Moore
Aboard Oceanographic Research Vessel, Alguita
www.alguita.com
www.algalita.org


FONTE:
mindfully.org

sexta-feira, 18 de julho de 2008

quer usar um chapéu ?


É a tradição: o 'Ladies day', ou dia das mulheres, que antecede a corrida de cavalos de Royal Ascot, na Inglaterra, é dia de desfile de chapéus bizarros. O Royal Ascot é o principal evento do calendário do turfe britânico. (Foto: AFP/Carl de Souza)/




fonte: aqui

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Fiz o que você mandou ...


. recebido por email


AINDA ESTOU ESPERANDO 

Fiz o que você mandou... 

Mandei o e-mail para 10 pessoas como você disse. 

Ainda estou esperando a tal coisa acontecer... 








sábado, 12 de julho de 2008

protesto dos juízes contra Gilmar Mendes


Retirei os seguintes textos destas fontes:

Site do Paulo Henrique Amorim

Folha online


Carta aberta à sociedade brasileira sobre a recente decisão do Presidente do Supremo Tribunal Federal no habeas corpus nº 95.009-4.

Dia de luto para as instituições democráticas brasileiras

1.Os Procuradores da República subscritos vêm manifestar seu pesar com a
recente decisão do Presidente do Supremo Tribunal Federal no habeas
corpus nº 95.009-4, em que são pacientes Daniel Valente Dantas e Outros.
As instituições democráticas brasileiras foram frontalmente atingidas
pela decisão liminar que, em tempo recorde, sob o pífio argumento de
falta de fundamentação, desconsiderou todo um trabalho criteriosamente
tratado nas 175 (cento e setenta e cinco) páginas do decreto de prisão
provisória proferido por juiz federal da 1ª instância, no Estado de São
Paulo.

2.As instituições democráticas foram frontalmente atingidas pela falsa
aparência de normalidade dada ao fato de que decisões proferidas por
juízos de 1ª instância possam ser diretamente desconstituídas pelo
Presidente do Supremo Tribunal Federal, suprimindo-se a participação do
Tribunal Regional Federal e do Superior Tribunal de Justiça.
Definitivamente não há normalidade na flagrante supressão de instâncias
do Judiciário brasileiro, sendo, nesse sentido, inédita a absurda
decisão proferida pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal.

3.Não se deve aceitar com normalidade o fato de que a possível
participação em tentativa de suborno de Autoridade Policial não
sirva de fundamento para o decreto de prisão provisória. Definitivamente
não há normalidade na soltura, em tempo recorde, de investigado que pode
ter atuado decisivamente para corromper e atrapalhar a legítima atuação
de órgãos estatais.

4. O Regime Democrático foi frontalmente atingido pela decisão do
Presidente do Supremo Tribunal Federal, proferida em tempo recorde,
desconstituindo as 175 (cento e setenta e cinco) páginas da decisão que
decretou a prisão temporária de conhecidas pessoas da alta sociedade
brasileira, sob o argumento da necessidade de proteção ao mais fraco.
Definitivamente não há normalidade em se considerar grandes banqueiros
investigados por servirem de mandantes para a corrupção de servidores
públicos o lado mais fraco da sociedade.

5.As decisões judiciais, em um Estado Democrático de Direito, devem ser
cumpridas, como o foi a malsinada decisão do Presidente do Supremo
Tribunal Federal. Contudo, os Procuradores da República subscritos não
podem permanecer silentes frente à descarada afronta às instituições
democráticas brasileiras, sob pena de assim também contribuírem para a
falsa aparência de normalidade que se pretende instaurar.


Brasil, 11 de julho de 2008.


Sérgio Luiz Pinel Dias - PRES
Paulo Guaresqui - PRES
Helder Magno da Silva - PRES
João Marques Brandão Neto - PRSC
Carlos Bruno Ferreira da Silva - PRRJ
Luiz Francisco Fernandes - PRR1
Janice Agostinho Barreto - PRR3
Luciana Sperb - PRM Guarulhos
Ramiro Rockembach da Silva Matos Teixeira de Almeida- PRBA
Ana Lúcia Amaral - PRR3
Luciana Loureiro - PRDF
Vitor Veggi - PRPB
Luiza Cristina Fonseca Frischeisen - PRR3
Elizeta Maria de Paiva Ramos - PRR1
Geraldo Assunção Tavares - PRCE
Rodrigo Santos - PRTO
Edmilson da Costa Barreiros Júnior - PRAM
Ana Letícia Absy - PRSP
Daniel de Resende Salgado - PRGO
Orlando Martello Junior - PRPR
Geraldo Fernando Magalhães - PRSP
Sérgio Gardenghi Suiama - PRSP
Adailton Ramos do Nascimento - PRMG
Adriana Scordamaglia - PRSP
Fernando Lacerda Dias - PRSP
Steven Shuniti Zwicker - PRM Guarulhos
Anderson Santos - PRBA
Edmar Machado - PRMG
Pablo Coutinho Barreto - PRPE
Maurício Ribeiro Manso - PRRJ
Julio de Castilhos - PRES
Águeda Aparecida Silva Souto - PRMG
Rodrigo Poerson - PRRJ
Carlos Vinicius Cabeleira - PRES
Marco Tulio Oliveira - PRGO
Andréia Bayão Pereira Freire - PRRJ
Fernanda Oliveira - PRM Ilhéus
Luiz Fernando Gaspar Costa – PRSP
Douglas Santos Araújo – PRAP
Paulo Roberto de Alencar Araripe Furtado – PRR1
Paulo Sérgio Duarte da Rocha Júnior – PRRN
Cristianna Dutra Brunelli Nácul - PRRS



121 Juízes Federais da Magistratura Federal da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) divulgaram carta aberta à população para protestar contra Gilmar Mendes:



MANIFESTO DA MAGISTRATURA FEDERAL DA 3ª REGIÃO

Nós, juízes federais da Terceira Região abaixo assinados, vimos mostrar, por meio deste manifesto, indignação com a atitude de Sua Excelência o Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal, que determinou o encaminhamento de cópias da decisão do juiz federal Fausto De Sanctis, atacada no Habeas Corpus n. 95.009/SP, para o Conselho Nacional de Justiça, ao Conselho da Justiça Federal e à Corregedoria Geral da Justiça Federal da Terceira Região.

Não se vislumbra motivação plausível para que um juiz seja investigado por ter um determinado entendimento jurídico. Ao contrário, a independência de que dispõe o magistrado para decidir é um pilar da democracia e princípio constitucional consagrado. Ninguém nem nada pode interferir na livre formação da convicção do juiz, no direito de decidir segundo sua consciência, pena de solaparem-se as próprias bases do Estado de Direito.

Prestamos, pois, nossa solidariedade ao colega Fausto De Sanctis e deixamos clara nossa discordância para com este ato do Ministro Gilmar Mendes, que coloca em risco o bem tão caro da independência do Poder Judiciário.

Até às 17 horas de hoje, 11 de julho, os Juízes Federais abaixo identificados manifestaram-se conforme o presente manifesto, sem prejuízo de novas adesões.

1 - Carlos Eduardo Delgado
2 - José Eduardo de Almeida Leonel Ferreira
3 - Katia Herminia Martins Lazarano Roncada
4 - Raecler Baldresca
5 - Rubens Alexandre Elias Calixto
6 - Claudia Hilst Menezes
7 - Edevaldo de Medeiros
8 - Denise Aparecida Avelar
9 - Taís Bargas Ferracini de Campos Gurgel
10 - Giselle de Amaro e França
11 - Erik Frederico Gramstrup
12 - Angela Cristina Monteiro
13 - Elídia Ap Andrade Correa
14 - Decio Gabriel Gimenez
15 - Renato Luis Benucci
16 - Marcelle Ragazoni Carvalho
17 - Silvia Melo da Matta
18 - Isadora Segalla Afanasieff
19 - Daniela Paulovich de Lima
20 - Otavio Henrique Martins Port
21 - Cristiane Farias Rodrigues dos Santos
22 - Claudia Mantovani Arruga
23 - Paulo Cezar Neves Júnior
24 - Venilto Paulo Nunes Júnior
25 - Rosana Ferri Vidor
26 - João Miguel Coelho dos Anjos
27 - Fabiano Lopes Carraro
28 - Rosa Maria Pedrassi de Souza
29 - Sergio Henrique Bonachela
30 - Rogério Volpatti Polezze
31 - Wilson Pereira Júnior
32 - Nilce Cristina Petris de Paiva
33 - Cláudio Kitner
34 - Fernando Moreira Gonçalves
35 - Noemi Martins de Oliveira
36 - Marilia Rechi Gomes de Aguiar
37 - Gisele Bueno da Cruz
38 - Gilberto Mendes Sobrinho
39 - Veridiana Gracia Campos
40 - Letícia Dea Banks Ferreira Lopes
41 - Lin Pei Jeng
42 - Luiz Renato Pacheco Chaves de Oliveira
43 - Fernando Henrique Corrêa Custodio
44 - Leonardo José Correa Guarda
45 - Alexandre Berzosa Saliba
46 - Luciana Jacó Braga
47 - Marisa Claudia Gonçalves Cucio
48 - Carla Cristina de Oliveira Meira
49 - José Luiz Paludetto
50 - Carlos Alberto Antonio Júnior
51 - Márcia Souza e Silva de Oliveira
52 - Maria Catarina de Souza Martins Fazzio
53 - Nilson Martins Lopes Júnior
54 - Fabio Ivens de Pauli
55 - Mônica Wilma Schroder
56 - Louise Vilela Leite Filgueiras Borer
57 - José Tarcísio Januário
58 - Valéria Cabas Franco
59 - Marcelo Freiberger Zandavali
60 - Rodrigo Oliva Monteiro
61 - Ricardo de Castro Nascimento
62 - Luciane Aparecida Fernandes Ramos
63 - José Denílson Branco
64 - Paulo César Conrado
65 - Alexandre Alberto Berno
66 - Luciana Melchiori Bezerra
67 - Mara Lina Silva do Carmo
68 - Raphael José de Oliveira Silva
69 - Anita Villani
70 - Higino Cinacchi Júnior
71 - Maria Vitória Maziteli de Oliveira
72 - Márcio Ferro Catapani
73 - Silvia Maria Rocha
74 - Luís Gustavo Bregalda Neves
75 - Denio Silva The Cardoso
76 - Fletcher Eduardo Penteado
77 - Leonardo Pessorrusso de Queiroz
78 - Carlos Alberto Navarro Perez
79 - Renato Câmara Nigro
80 - Ronald de Carvalho Filho
81 - Luiz Antonio Moreira Porto
82- Hong Kou Hen
83- Pedro Luís Piedade Novaes
84- Flademir Jerônimo Belinati Martins
85- Luís Antônio Zanluca
86- Omar Chamon
87- Sidmar Dias Martins
88- João Carlos Cabrelon de Oliveira
89- Antonio André Muniz Mascarenhas de Souza
90- Marilaine Almeida Santos
91-Alessandro Diaféria
92- Paulo Ricardo Arena filho
93- Hélio Egydio de Matos Nogueira
94- Ricardo Geraldo Rezende Silveira
95 - Cláudio de Paula dos Santos
96 - Leandro Gonsalves Ferreira
97 - Caio Moysés de Lima
98 - Ronald Guido Junior
98 - Clécio Braschi
99 - Roberto da Silva Oliveira
100 - Vanessa Vieira de Mello
101 - Ivana Barba Pacheco
102 - Simone Bezerra Karagulian
103 - Gabriela Azevedo Campos Sales
104 - Kátia Cilene Balugar Firmino
105 - Fernanda Soraia Pacheco Costa
106 - Leonora Rigo Gaspar
107 - Marcos Alves Tavares
108 - Jorge Alexandre de Souza
109 - Anderson Fernandes Vieira
110 - Raquel Fernandez Perrini
111- Adriana Delboni Taricco Ikeda
112 - Tânia Lika Takeuchi
113- Janaína Rodrigues Valle Gomes
114- Fernando Marcelo Mendes
115- Simone Schroder Ribeiro
116- Nino Oliveira Toldo
117 - João Eduardo Consolim
118 - Raul Mariano Júnior
119 - Mônica Aparecida Bonavina
120 - Dasser Lettiere Júnior
121 - Renato de Carvalho Viana





Juiz De Sanctis desmente que tenha monitorado Mendes:




INFORMAÇÃO À IMPRENSA

Em face da notícia veiculada nesta data sobre suposto monitoramento
pela Polícia Federal do gabinete do Ministro Gilmar Mendes:


Este magistrado federal, atuando na 6ª Vara Federal Criminal desde
17.10.1991, sempre acatou as determinações advindas das instâncias
superiores como, aliás, era de se esperar.

O respeito à Constituição e as normas dela decorrentes implica em bem
dimensionar o limite jurisdicional de atuação e, evidentemente, em
hipótese alguma, poder-se-ia vislumbrar ingerência em esfera alheia
de atribuição.

O respeito também se dá em relação aos ocupantes de cargos públicos,
sejam eles do Poder Executivo, do Poder Legislativo e do Poder
Judiciário.

A atuação deste magistrado pauta-se na sua convicção, sem qualquer
ingerência ou influência, tendo consciência da importância e do alcance
dos atos jurisdicionais que profere em nome da Justiça Federal.

A convicção de um juiz criminal afigura-se fruto de toda uma
experiência profissional e ela se dá de forma a atender as
expectativas da sociedade em ter, em seu magistrado, a segurança de uma
decisão ou de um julgamento legítimo e imparcial, dirigido a qualquer
pessoa objeto de investigação ou processo criminal, dentro da estrita
legalidade. Não pode ser admitida no funcionamento da Justiça Criminal
distinção de tratamento. Diferença física, psíquica ou econômica
ensejaria violação do preceito da igualdade já que a todos cabe a
sujeição à legislação penal, expressão de um povo, respeitando-se
a atividade regular do Estado.

Este magistrado tem consciência de que, como funcionário público, serve
ao povo, verdadeiro legislador e juiz, e para corresponder à sua
confiança não abre mão dos deveres inerentes ao cargo que ocupa,
sempre respeitando os sistemas constitucional e legal.

Jamais foi proferida decisão emanada deste juízo autorizando o
monitoramento de pessoas com prerrogativa de foro, como veiculado na
matéria jornalística. Convocada, nesta data, a autoridade policial
Protógenes Queiroz, esta afirmou perante este magistrado não ser
verdadeira a afirmação de ter monitorado a presidência do S.T.F., sendo
que todos os dados trazidos ao juízo, originam-se apenas de
monitoramento (telemático e telefônico) dos investigados, com a devida
autorização judicial.

Desde que identificado qualquer desvio de conduta por parte da Polícia
Federal, certamente este magistrado adotará medidas competentes.

A informação veiculada, totalmente inverídica, somente serviu para,
mais uma vez, tentar desqualificar as ações da Justiça Federal,
notadamente, deste magistrado, que tenta cumprir sua função pública de
maneira equilibrada, ponderada e pautada pelos princípios norteadores do
legítimo Estado de Direito.

A atuação jurisdicional conforme a Constituição Federal não pode,
s.m.j., levar à responsabilização de um magistrado que, tecnicamente,
sem ofensa a qualquer Corte de Justiça, decida questões que, por livre
distribuição, sejam submetidas à sua apreciação.

Fausto Martin De Sanctis
Juiz Federal
Titular da 6ª Vara Federal Criminal especializada em crimes financeiros
e em lavagem de valores.