quinta-feira, 25 de setembro de 2008

pacote anticrise dos eua


. a imprensa omite uma importante informação sobre a crise nos eua

. ou por não saber

. ou por considerar menos importante que outras

. mas, embora pareça um detalhe no meio de diversas medidas sérias

. incluindo o valor quase surreal de US$ 700 milhões (haja milho, hein?)

. os cadernos de economia deveriam trazer essa que

. talvez seja a mais importante de todas dentro do

. pacote estadunidense

. o governo, a exemplo do brazil dos anos 80 e 90

. fará um reajuste monetário

. lançando o NOVO DÓLAR

. importantíssimo pois precisamos nos acostumar a essa nova moeda

. que virá com notas novas e remodeladas

. segundo a casa já não tão branca como outrora

. essa nova moeda será mais adequada aos novos tempos vindouros

. para o conhecimento dos brasileiros vai

. logo abaixo um exemplar do novo modelo de 1 dólar














segunda-feira, 22 de setembro de 2008

cri-cri ... se !


. Crise! Que crise? Qualquer uma ...

. . eis um texto de autoria desconhecida

. . . mas que me ajudou a entender a ¿ crise

. dos yankies


foi        
publicado  
aqui       


"O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de 'emibiêi', decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis 'zécutivos' de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.''


sábado, 20 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Putz !


. Putz, e agora ?





quarta-feira, 17 de setembro de 2008

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

domingo, 17 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Diesel envenenado


. está circulando um abaixo-assinado
. (acesse a ligação)
. exigindo que seja mantido o prazo de

. . . janeiro de 2009 . . .

. . para que se passe a vender no Brasil um óleo diesel
. . um pouco menos poluente,
. . com menor teor de enxofre.

é organizado por várias ONGs sérias



Saiba mais pelo sítio do

outras informações


domingo, 27 de julho de 2008

Um Oceano de plástico - figura


Esta imagem ajuda a entender





clique para ampliar



Um Oceano de plástico


Este é sobre o mesmo assunto, mas em português


Escrito por Ana Marina Martins de Lima em 24/07/08
Contribuição de Angélica Bustamante



Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.
Foto Vortex

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos. Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos. O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. ‘Como foi possível fazermos isso?’ - ‘Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo’.

Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes. E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Foto: Plastico no estomago de uma ave

Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully


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sobre este assunto acesse:

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mirando mundo

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