terça-feira, 10 de março de 2009

Morreu o compositor belga Henri Pousseur


Saiu no Público






Pousseur esforçou-se por abrir o ensino da música a todas as realidades musicais contemporâneas
Morreu o compositor belga Henri Pousseur
06.03.2009 - 13h13 AFP
O compositor Henri Pousseur, grande nome da música contemporânea belga, morreu aos 80 anos, anunciou hoje a Orquestra Filarmónica de Liege, que dirigiu até 1994.

O compositor morreu hoje pela manhã vítima de uma broncopneumonia que já o afectava há algumas semanas. Henri Pousseur nasceu em Malmedy em 1929. Seguiu os seus estudos nos conservatórios de Liege e de Bruxelas, onde iniciou-se na música “d´avant-garde” e particularmente no dodecafonismo. 

Nos anos 50, fundou a associação “Músicas Novas”, da qual surgiu um grupo instrumental com o mesmo nome. Dirigiu também o Conservatório de Liege e deu aulas em Colónia (Alamanha), em Bale (Suíça) e em Buffalo (Estados Unidos).

Em 1960, Pousseur começou uma colaboração com o poeta e romancista francês Michel Butor, com o qual “ele libertou-se do constrangimento de uma ortodoxia demasiadamente dogmática a seu gosto”, refere o site pessoal do compositor. 

Pedagogo, Henri Pousseur esforçou-se por abrir o ensino a todas as realidades musicais contemporâneas e participou na construção do Institut de Pégagogie Musicale du Parc de la Villette em Paris, primeiro embrião da Cidade da Música.

O compositor reformou-se e deixou as suas funções oficiais em 1994, mas tinha continuado a experimentar e a criar, nos primeiros anos do século XXI, “uma música multimédia”, misturando música eléctro-acústica e imagens numéricas. 

sexta-feira, 6 de março de 2009

do ADITAL: Projeto ‘Quintais para a vida’ estimula agroecologia no Ceará


Publicado originalmente em ADITAL 
original aqui  


Projeto ‘Quintais para a vida’ estimula agroecologia no Ceará

Adital -
Promover o desenvolvimento rural através da valorização da agricultura familiar, da organização comunitária, da geração de renda e da inclusão de jovens e mulheres no processo de produção. É com esse objetivo que funciona, em Fortaleza, no Ceará, o Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra). A organização desenvolve, desde 1977, trabalhos em Itapipoca e no Sertão Central cearense.

O Cetra atua no estímulo à organização social, ajudando no crescimento da agricultura familiar. Através da agroecologia e da economia solidária, a organização auxilia os agricultores desde a produção até a comercialização de produtos. De acordo com Cristina do Nascimento, membro da coordenação executiva do Cetra, a organização ainda trabalha na execução de atividades que auxiliam na convivência do agricultor com o semi-árido cearense.

Dentre os diversos projetos desenvolvidos pelo Cetra, destaca-se o "Quintais para a vida", dedicado à sistematização da agroecologia e ao fortalecimento das tecnologias sociais. O projeto, que iniciou no final do ano passado e tem a duração de um ano, foi contemplado com o edital do Programa de Apoio às Novas Tecnologias Sociais do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

Segundo Cristina do Nascimento, o "Quintais para a vida" tem como finalidade divulgar a tecnologia dos quintais, além de promover intercâmbios entre os agricultores que desenvolvem práticas agroecológicas para que eles possam trocar experiências e difundir as tecnologias sociais adaptadas ao semi-árido. "Há o intercâmbio entre os agricultores para cada agricultor ver o quintal um do outro", comenta.

A coordenadora explica que, no projeto, os técnicos visitam os quintais das famílias para fazer um diagnóstico e uma avaliação. Assim, os especialistas informam aos agricultores o que deve ser produzido de acordo com as características específicas de cada quintal. Além disso, a família ainda aprende a utilizar os recursos hídricos existentes e a captar a água através de novas tecnologias.

O "Quintais para a vida" trabalha diretamente com 20 famílias em Itapipoca. De acordo com Cristina, dos 20 quintais, cinco foram selecionados para a implantação de cisternas calçadão com capacidade de reservar até 52 mil litros de água. A cisterna calçadão é uma tecnologia que visa a captação e ao armazenamento de água da chuva para ser usada na irrigação de plantas.

Deve-se atentar, também, ao fato da iniciativa promover e valorizar o quintal como um espaço de produção e de geração de renda. O quintal, geralmente localizado ao redor da casa, é utilizado como ambiente de cultivo para consumo próprio dos moradores e até mesmo como um local de interação e de conversas. Agora, além disso, ele passa a servir como ambiente de produção familiar, valorizando, dessa forma, o trabalho das mulheres, que, muitas vezes, já cultivavam ervas e hortaliças no local para o consumo familiar.

Para a coordenadora, o projeto visa a mostrar que o quintal é um espaço de produção e de experimentação da agroecologia, além de possuir um caráter social, pois gera renda ao agricultor familiar e ainda utiliza a trabalho feminino. "As mulheres têm mais visibilidade", afirma.

Contato: (85) 3247.1660

As matérias do projeto "Boas Ideias em Comunicação" são produzidas com o apoio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).


terça-feira, 3 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

artigo em Adital: O que a mídia não mostra a sociedade não vê


O que a mídia não mostra a sociedade não vê


Artigo publicado originalmente em




Maria Rosa de Miranda Coutinho *

Adital -

Temos acompanhado nos últimos dias, através da imprensa, uma antiga discussão sobre as ocupações dos sem-terra em fazendas de gado ou improdutivas muito bem maquiadas.
Como já estamos acostumados a ver, as maiores críticas caem sobre este movimento considerado desde os seus primeiros passos como invasores fora da lei e desordeiros.

É impressionante como a elite brasileira define um movimento legítimo que há mais ou menos quatro décadas reivindica uma ação responsável e comprometida das autoridades governamentais quanto à questão da reforma agrária. Mais impressionante são as narrações pouco verdadeiras e muitas vezes maldosas que partem da mídia em nosso país.

As notícias a respeito de ocupações por parte dos sem terra, cujas instituições sérias dos direitos humanos estão aí para confirmar, tentam convencer a sociedade, tão vítima das injustiças quanto os ocupantes sem terra que se trata, simplesmente, de bandidos arruaceiros.
A mídia convence a Igreja velha descomprometida, as famílias burguesas e até quem deveria ter discernimento e senso de justiça social suficiente como, por exemplo, o presidente do Supremo Tribunal Federal, para não acentuar a punição a essas pessoas que já foram economicamente punidas.

Com exceção de algumas lideranças interesseiras e ilegítimas, do ponto de vista da necessidade da terra, o movimento dos sem terra consegue imprimir sua marca de inconformidade e coragem para pressionar um setor do governo que prometeu reforma agrária e transformação no campo, mas está paralisado.

Na verdade, a Justiça enquanto instituição deveria estar menos preocupada em conceder liberdade à elite corrupta, aos assassinos de Irmã Doroth, defensora dos direitos do pequeno agricultor e de áreas preservadas, e entender, finalmente, que o grande entrave do desenvolvimento social e econômico do país e, consequentemente, da reforma agrária, são os grandes proprietários de terra que circulam inclusive pelo congresso para exercer a função de lobistas e defender seus pastos. Aliás, feliz de quem não tem boi para criar e assim contribuir com o aquecimento global.

Infelizmente, os sem terra e o restante da camada pobre da sociedade estão nas mãos de uma burguesia que não quer perder, não quer fazer parte do processo de mudança social e muito menos consegue entender a transformação política, social e econômica que a maioria deseja.

Portanto, é preciso pensarmos na dignidade do campo e da cidade como projeto político e também pessoal. Para isso é necessário, sobretudo, rediscutirmos o que é direito constitucional, bem como nossos papeis nessa sociedade.


* Professora universitária de So




original aqui


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

exercício


. proponho o seguinte exercício de internet

Vá ao sítio do Google

. digite “político honesto” na janela de busca

. e clique no botão “Estou com sorte”

. leia com atenção o resultado


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

mundo animal



À entrada havia dois animais.
Um elefante e uma formiga.
Para não atrapalhar a entrada,
retirou-se a formiga…



. frase de autor desconhecido
. se alguém souber quem é o autor
. e citar onde foi proferida, a frase é claro
. eu acrescento



domingo, 8 de fevereiro de 2009

chuva em são paulo


. então é hora de lavar o carro !





terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Cassiopéia - making of



 parte I
4min54seg 







 parte II
4min59seg 







 parte III
6min21seg 







 parte IV
4min04seg 







domingo, 25 de janeiro de 2009

ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DE BLUMENAU?


O texto abaixo foi
  publicado no site
     vi o mundo
        de Luiz Carlos Azenha


ONDE FOI PARAR O DINHEIRO DE BLUMENAU?

Atualizado e Publicado em 25 de janeiro de 2009 às 20:13

A Situação em Blumenau

Por Urda Alice Kluger 25/01/2009 às 18:26

Ontem minha cidade de Blumenau foi diferente. De repente, saído de todos os seus esconsos (pois a imagem bonitinha de Europa Brasileira que se mantém QUASE preservada no centro, com fundas camadas de maquiagem, como aquelas bisavós que querem continuar parecendo gatinhas de vinte anos), uma população inteira de desvalidos saiu e até fugiu dos abrigos públicos mantidos nas escolas do município, e veio para praça pública. Quem era essa gente?Eram os trabalhadores de Blumenau, aqueles que passaram grande parte das suas vidas trabalhando para fazer a sua casinha, e que a construíram, a pintaram, a muraram, fizeram jardins, esticaram redes nas varandas para melhor poder conversar com suas mulheres ao por do sol, que nelas criam ou já criaram seus filhos, que tinham aqueles lugarzinhos bonitos, com cortinas na janela e roseiras perto da cerca ? e que de um momento para o outro viram a terra desmilinguir, virar gelatina se liquefazendo, e suas casas irem embora dentro de mares de lama, tantas vezes levando junto entes queridos ... e que acabaram nos abrigos públicos de que já falei acima.

Eu fiquei tão perdida no tempo desde que tudo começou que já não sei desde quando eles estão lá (e eu estou aqui, pois também sou uma desalojada), mas sei que foi logo a seguir do dia 20 de novembro. 21? 22? 23? Já não sei, e também não importa o dia, pois dia se emenda em dia, e semana em semana, e agora já está começando o terceiro mês desde que tudo começou ? E os trabalhadores da minha terra continuam jogados nos abrigos, sem nenhuma perspectiva de terem sua dignidade restaurada, e com a ordem de desocuparem os abrigos até semana que vem.

As injustiças são tantas e que a gente ouve a cada hora, que é uma coisa arrepiante. O Brasil e o mundo mandaram tantos donativos para cá que ficará difícil gastar tudo, mas alguém fica com muita coisa no meio do caminho. Sei de um abrigo onde há mais de mil sabonetes amontoados numa sala, mas que a pessoa que coordena o abrigo não dá sabonete para determinado abrigado que dele necessita, porque não lhe tem simpatia pessoal. E eu sei bem o quanto esse desabrigado é útil ao seu abrigo; como trabalha, ajuda, limpa, prepara comida ... que será que leva essa chefia de abrigo a ter tanta antipatia? Será que é porque não são da mesma etnia? Olhem os guetos se formando na Europa Brasileira!

As histórias são inúmeras, desde aquele sargento que, faz poucos dias, proibiu a carne para os adultos de determinado abrigo, liberando-a só para as crianças? Quando todos sabem que há um congelador chapadinho de carne lá na cozinha, que veio das tantas doações que todo o país mandou. E as roupas sujas de menstruação que se deram às pessoas do abrigo tal, para que as usassem (nada havia sido salvo das suas casas), enquanto gente do Brasil inteiro mandava roupas novinhas novinhas... Começa a pergunta: quem ficou com tantas coisas? E um diretor de escola que resolveu tratar logo os abrigados como porcos: picou aipim com casca e tudo, e misturou um bocado de carne, e sem sal, sem tempero, sem preparo, cozinhou aquela gororoba e só não mandou servir em gamelões porque deve ter ficado com vergonha. E outro diretor de outra escola, que se sente o dono do abrigo (a escola é publica, construída com legítimo dinheiro do contribuinte, e o diretor é um funcionário público, com o salário pago com os impostos daquela gente que está lá desvalida) e que não permite coisas básicas, como pais que vêm de longe para saber a sorte dos filhos, e sequer podem entrar lá para falar com os mesmos... e um outro chefe de abrigo, que vergonhosamente faz com que cada abrigado seja revistado pelos soldados lá de plantão, mesmo que o abrigado tenha apenas ido até a esquina comprar um pão.

A lista das humilhações e falta de respeito é tão grande que nem pensaria em tentar coloca-la aqui. Mas taí uma amostra. E mesmo assim, esses trabalhadores da minha cidade terão que deixar o abrigo dia 30 de janeiro. Muitos e muitos já acabaram desistindo dos maus tratos e das humilhações e indo para a casa de amigos, ou voltando para as zonas de risco, assinando documentos em que se declaram auto-responsáveis pelo que vier acontecer, caso algo lhes acontecer nas zonas de risco. Eles têm que se ir, sumir; a vida nos abrigos tem que ser a pior possível, para que os moradores desistam, sumam das estatísticas? É bem diferente construir mil casas do que cinco mil casas? Sobra um dinheirão para os bolsos não sei de quem.

Pois é, gente, deve ser por aí. Sei de algumas coisas: o Governo Federal colocou 1 BILHÃO e 700 milhões de reais à disposição dos atingidos? É um dinheiro ENORME. Sei que tal dinheiro abrange, também, construção de pontes, rodovias e correlatos, mas sobra MUITO dinheiro para construir casas para os nossos trabalhadores. Parte será emprestada através de financiamentos, mas parte também será repassada a fundo perdido. E nada se faz.

E o dinheiro que o santo povo brasileiro tirou do seu bolso, do seu contadinho, e mandou para cá? Tenho cá anotado os números das contas:

BESC Blumenau, Ag. 003, conta 400.000-3

Banco do Brasil Blumenau, Ag. 095, conta 400.000-5

Caixa Econômica Federal Blumenau, Ag. 411, conta 80.000-0 (DENTRE OUTRAS).

Cadê tal dinheiro? Era dinheiro para o povo, assim como as outras doações eram para o povo? E sei que tem gente jogando caminhão de doação em beira de estrada porque já não há onde guardá-la. E o meu povo, a minha gente trabalhadora e construtora de Blumenau, a comer lavagem de porco e a usar roupas sujas de menstruação e a não ter acesso a sabonetes, onde há muitos milhares esperando para serem usados?

E tem mais: semana que vem, dia 30.01.2009, rua dos abrigos.

Então ontem o povo foi para a praça, foi pedir explicações e justiça. Eu estava lá de três formas: como observadora, pois sou uma escritora; como militante dos Movimentos Sociais, e como desalojada também. Havia centenas de pessoas diante da prefeitura pedindo justiça, e o prefeito fez o que é de praxe em tais horas: sumiu, se escafedeu. Mas aceitou marcar uma audiência para a próxima terça.

Terça já vai ser dia 27, tão perto do dia 30! Será que é tudo uma questão de empurrar com a barriga? Sei que os nossos trabalhadores vivem grande indignação e não tem o porte de quem se humilha pedindo? A atitude daqueles homens, mulheres e crianças que constroem Blumenau era de digna solicitação de direitos, e eu estava lá e vi tudo. E também me lembro das tantas mensagens que recebi e dos tantos telefonemas que vieram até mim dizendo coisas assim: "Tirei o pouquinho que me era possível e depositei para Blumenau" ,"Depositei 20.000,00 reais para ajudar vocês", e assim vai. O meu telefone, depois que voltou a funcionar, não parava de tocar: era gente solidária de todo o Brasil, e de Cabo Verde, e de Portugal, e de Londres, e da Irlanda...

Toda essa gente merece satisfação: desde aquele humilde baiano que vi na televisão, depositando o seu troquinho de quem ganha salário mínimo, até aqueles que fizeram grandes doações, como também os nossos trabalhadores, os mais espoliados dos espoliados, sem a menor perspectiva do que lhes vai acontecer.

É hora de obtermos respostas, e muito rapidamente. Eu, por exemplo, fiz meu cadastro de desalojada no dia 16.12.2008. Mais de mês, portanto. Deixei lá o endereço onde estou, o telefone, o endereço eletrônico. E até este momento nem uma vezinha alguém me disse a mínima coisa. Imagino que alguém ao menos deveria dizer: "há que esperar o final das chuvas para se fazer alguma coisa. A senhora, por favor, tenha paciência!", mas nem isto.

Se não dão satisfação a mim, conhecida como escritora bocuda, que publica em diversos continentes, o que algum dia dirão aos trabalhadores que constroem esta cidade? Decerto dirão algo assim:

- Sai daqui! Passa! Ligeiro! Senão vai ter cadeia! Seus arruaceiros!

E aquelas pessoas que doaram, e doaram, e doaram... estava na hora de alguém contar como as coisas se passam.

Blumenau, 23 de janeiro de 2008

Urda Alice Klueger
Escritora e historiadora



quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

cursos


Denise falou:


Acesse o link se o seu programa de e-mail tem problema para mostrar essa mensagem.
PROGRAMAÇÃO DE FEVEREIRO! Sexta Feira 06 de Fevereiro de 2009
Introdução à Língua Tibetana
 Objetivos:Ao final do curso o aluno deverá estar alfabetizado na língua tibetana e ainda ser capaz de:- ler e recitar os textos rituais sem depender da transcrição fonética;
- ler e compreender textos simples em língua tibetana;
- usar frases e expressões simples para comunicar-se em tibetano.
- compreender de forma mais clara os ensinamentos budistas através do conhecimento da terminologia básica do Dharma budista em tibetano.
 Conteúdo programático:- as origens da língua e da escrita tibetanas;
- o alfabeto tibetano e as várias formas de escrita;
- os sons da língua tibetana;- a língua clássica e a língua moderna;
- os vários níveis de linguagem e a língua do Dharma;
- vocabulário básico do Dharma;
- a estrutura da frase tibetana;
- introdução ao estudo das partículas de caso;
- o verbo tibetano;
- frases e expressões coloquiais de uso cotidiano.
- análise de diálogos simples;
- análise de textos clássicos simples.
Neste curso se combinarão o estudo  e a memorização, a escuta  e a repetição sem que seja necessário compreender tudo desde o início. O aluno se familiarizará com a pronúncia, a entonação e a construção de uma frase. Tudo isto será adquirido de forma natural e o aluno se sentirá muito feliz ao poder distinguir e compreender os textos das sadhanas, assim como outros textos que serão escolhidos durante o curso.Serão oferecidos CDs com a linguagem correta e você poderá aprender tibetano indo para o trabalho, nas férias e em nossos encontros no Jardim do Dharma em Cotia.   Não perca esta rara oportunidade de aprender este rico idioma  Taxa mensal: R$ 100,00 (cem reais)
Facilitador: Walter Roberto Cirillo Junior
Formado em Física pela Universidade de São Paulo, estuda e pratica o Dharma budista há seis anos sob a orientação do Lama  Zopa Norbu. Iniciou seus estudos em língua tibetana em 2003, sob a orientação desse mesmo professor, dedicando-se desde então a estudar e pesquisar o idioma
Local: Jardim do Dharma - São Paulo - Rua Jose Maria Lisboa 577 apto 2 Tel. 3884 8943  - com Paloma.


Sábado 07 de Fevereiro de 2009
Introdução a Sabedoria do BudismoEste curso, é uma apresentação dos ensinamentos de Buda de modo acessível e prático que visa, sobretudo a integração desta sabedoria na experiência da vida diária.  ProgramaO Buda histórico e a Natureza de Buda. A vida do Príncipe Siddhartha Gautama.  Os Três Veículos: Hinayana, Mahayana e Vajrayana.  O Sermão de Benares e as "Quatro Nobres Verdades. Interdependência e Impermanência. Os Cinco Agregados e a Existência Condicionada.  A Roda do Samsara  Os seis mundos  e os  Doze Elos da Origem Interdependente. As emoções  e o  Karma. O Refúgio nas Três Jóias: Buda, Dharma e Sangha, e nas três raízes: Lama, Yidam e Protetores  Introdução ao Ngondro ou a via que nos faz percorrer o sublime caminho do Vajrayana. 
 

Facilitador: Lama Zopa Norbu Fundador do Jardim do Dharma.

Local: Jardim do Dharma em São Paulo  Rua José Maria Lisboa, 577 – apto. 2
Data de Inicio: Sábado 07 de fevereiro de 2009
Horário: das 09 as 12 e das 14 as 17hs. Um sábado por mês. Taxa de participação: R$ 100,00 por encontro Inscrições pelos tels. 3884-8943 -

http://www.jardimdharma.org.br

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Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Raisin Brahms


Brahms played by Tom Konkle in this PSA to encourage kids to get involved in doing arts, learning about artists and develop artistic skills. Directed by Marcus McCollum see www.baxtersmalls.com ...







quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

sábado, 20 de dezembro de 2008

A simbologia de um sapato por Lejeune Mirhan


. artigo originalmente publicado no www.vermelho.org.br

. leia o original nesta ligação: A simbologia de um sapato

. ou a seguir:


18 DE DEZEMBRO DE 2008 - 21h17

A simbologia de um sapato


por Lejeune Mirhan*


Todos viram. Vibraram. Na última segunda, dia 15 de dezembro, o jovem jornalista iraquiano, Muntader Al Zaide, arremessando seus dois sapatos em direção ao chefe do império americano, George W. Bush causou comoção no mundo todo. Indubitavelmente de forma positiva. As pessoas vibraram, sentiram-se representadas na pessoa desse combativo periodista árabe. Mas, os seus significados vão além do simples arremesso. Como veremos.

 

 

Al Zaide é jovem mesmo. Tem apenas 29 anos. Foi, ainda sob o governo de Saddam Hussein, presidente de uma entidade estudantil. Segundo a emissora Al Jazira, é membro do partido Comunista Iraquiano. Tem muitos irmãos e alguns deles mortos em combate na resistência contra a ocupação do Iraque por tropas estrangeiras desde 2003. Zaide é jornalista da emissora de TV Al Baghdadiya (cuja sede central fica no Cairo). Todas as reportagens da TV que ele faz na cidade de Bagdá ele conclui dizendo “da Bagdá ocupada”. A própria emissora que o emprega exigiu a sua imediata libertação, assim como o Sindicato dos Jornalistas do Iraque.

 

AL Zaide virou instantaneamente um herói nacional. E usou a sua arma mais potente tanto física como simbolicamente de que dispunha no momento: seus sapatos de sola de borracha pesados não teve dúvidas. Foi ficando cada vez mais irritado com a entrevista coletiva que Bush vinha dando, com suas mentiras habituais, ao lado do primeiro Ministro fantoche do Iraque, Nuri Al Maliki. Num determinado momento, decidiu arremessar em seguida, os seus dois sapatos contra Bush. A catatonia dos presentes e mesmo da segurança presidencial foi tamanha, que ele conseguiu inclusive tempo para atirar o segundo sapato.

 

A frase que ele proferiu, gravada ao vivo por todas as emissoras presentes foi: “É o seu beijo de despedida do povo iraquiano, seu cachorro. Isso é pelas viúvas, órfãos e pelos que foram mortos no Iraque”. E não precisava dizer mais nada. AL Zaide mostrava-se ao mundo como o vingador dos mais de 200 mil iraquiano mortos, representava o sentimento de uma nação destruída, desmontada, aviltada, vendida, entregue à sanha imperialista e com quase toda a sua infra-estrutura destruída e vendida ao setor privado (doadas na verdade).

 

Sua fama foi instantânea. Foi saudado no mundo inteiro. Passeatas saíram às ruas para exigir a sua imediata libertação. Circulou a informação de que um empresário saudita estaria oferecendo dez milhões de dólares por um dos sapatos que foram arremessados contra Bush. A foto de Al Zaide não saia de todas as TVs árabes e os jornais americanos publicaram o sapato “voador” passando rente à cabeça de Bush. Claro, os americanos procuraram minimizar o fato, dizendo que o mesmo não tinha importância alguma e que o jornalista não agiu em nome de nenhuma organização e não expressava a vontade do povo. Pura balela. Só se falava do ato de bravura praticado por um árabe contra o chefe do império mais odiado da história.

 

Os policiais que o prenderam, o espancaram brutalmente. Seu irmão, Maitham Al Zaide afirma que diversas de suas costelas foram quebradas e seu olho foi atingido por coronhadas de fuzil. Continua preso sem que nenhuma acusação lhe tenha sido feita e comunicado formalmente à justiça a sua detenção. Fala-se que poderia pegar de sete até quinze anos de cadeia por ter tentado agredir chefe de estado estrangeiro em visita ao Iraque.

 

Imediatamente uma rede de advogados formou-se para defendê-lo e exigir a sua libertação. A imprensa noticiou mais de cem advogados dispostos a prestar seus serviços gratuitamente para que ele possa ser libertado. O chefe da defesa de Saddam Hussein, Dr. Jalil Al Duleimi, será o provável defensor central de Al Zaide. Ainda continua sem nenhum contato tanto com seus familiares, como amigos e advogados, num claro desrespeito às tais normas mínimas de direitos humanos que os Estados Unidos tanto, e hipocritamente, pregam pelo mundo afora mas sem respeitá-las em lugar nenhum onde tem hegemonia.

 

 

A simbologia do sapato

 

 

Atirar um sapato em alguém, no mundo muçulmano é uma das maiores ofensas que se pode imaginar. É sabido que para adentrar a uma mesquita todos os seguires do Islã devem tirar seus sapatos na porta da Mesquita. Sapatos são os protetores dos pés contra as impurezas da terra. Boa parte das coisas ruins, várias doenças, adentram em nosso corpo pelos nossos pés. As solas dos sapatos retém grande parte dessas impurezas. Assim, a simbologia não poderia ser melhor. Uma imensa ofensa ao chefe do império. Além do que chamá-lo ainda por cima de “cachorro”, foi duplamente ofensivo.

 

Esse contexto é toda a simbologia que se poderia ter, de um final mais do que melancólico e dramático do governo mais impopular da história dos Estados Unidos. Que deixa o maior rombo de caixa na maior economia do planeta. Que deixa de legado para todo o planeta o modelo neoliberal, que foi devidamente enterrado com a maior crise da história financeira do mundo. O presidente mais odiado do mundo, que encerra seu mandato em mais 30 dias apenas, mas que ninguém agüenta mais e não se vê a hora de que tudo esteja terminado e que o novo governo tome logo posse, antes que todo o sistema se derreta.

 

Ainda com toda essa impopularidade, com toda a crise econômica, Bush insiste em manter as tropas de ocupação no Iraque até 2011! A um custo mensal de 10 bilhões de dólares, o maios de todas as guerras feitas pelos americanos desde o final do século 19. Pode-se caracterizar essa simbologia do sapato atirado na cara do presidente americano como o retrato fiel do fim de uma era. Uma era de tristezas, de crises, de dominação e truculência, de financeirização do capital. Uma era de ocaso, de fim do unilateralismo, de fim de humilhações a que os EUA impuseram ao mundo todo, em especial aos árabes.

 

A simbologia não poderia ser melhor. Mais do que vaias ao final do seu impopular mandato, Bush sai sob sapatadas de um jovem combativo comunista e jornalista iraquiano de consciência elevada. Naquela sapatada desferida contra o chefe do império, Al Zaide representava o mundo inteiro. Representava todos os que lutam contra as injustiças, contra as ocupações, contra os ataques covardes que o exército americano praticou e continua praticando contra o povo do Iraque. Se em 2003 a simbologia era contra Saddam – quem não se lembra da derrubada da sua estátua na praça central de Bagdá e as várias chineladas e sapatadas desferidas contra a sua imagem – agora ela se volta contra aquele que se arvorou em ter derrubado um ditador. Mas pagará para toda a posteridade de sua vida, os imensos erros que a sua gestão deixou para o mundo. O povo árabe que o diga. Podemos nos sentir, como disse Gilles Lapouge (Estadão de 16/1/8), de “alma lavada, aliviados”. Não é qualquer dia que se presencia dois sapatos sendo atirados contra o presidente dos Estados Unidos.

 

Certo mesmo está Lapouge com sua conclusão de que vencedor da guerra, Bush, se iguala ao vencido Saddam e o dito “vencedor” é agora vencido por uma sapatada de número 42 partindo de um iraquiano, de um árabe. Pode haver maior simbologia do que isso?


 

 *Lejeune Mirhan, Presidente do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo, Escritor, Arabista e Professor Membro da Academia de Altos Estudos Ibero-Árabe de Lisboa, Membro da International Sociological





O jornalista e o episódio do arremesso



. o vídeo








sábado, 13 de dezembro de 2008

socorro ! pra quem ?


. tenho me espantado com algumas

. atitudes tomadas por psudo-administradores

. que deveriam administrar mas apenas enrolam

. me refiro a administradores públicos

. ou políticos de executivo mundo a fora

. presidente, governadores, prefeitos

. mais os executivos nomeados por eles

. presidente de BCs, ministros

. e também empresários e CEOs

. sobretudo de grandes empresas

. algumas medidas desses caras chocam o

. mais cínico dos terráqueos

. deixam sofistas de cabelo em pé

. incluindo os sofistas carecas

. o que me levou a escrever estas linhas foi uma

. notícia que vem dos cínico-sofistas canadenses

. olha só


. não seria mais adequado o Canadá

. país bem organizado, justo, limpo

. de população educada, 1º mundo, evoluídos

. oferecerem metade disso

. para socorrer as pessoas que passam FOME

. no mundo ?

. incluíndo os estadunidenses que passam fome também ?

. pois deixem essas montadoras quebrarem

. se até hoje não tiveram a capacidade

. de manter uma boa gestão

. pois não falo de empresas recém abertas

. me refiro a montadoras estadunidenses

. tal como a GM ou a Ford

. esta com mais de 100 anos de existência (1903) !

. ora, deixem as montadoras quebrarem

. andaremos à pé, mas sem fome


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

El ambicioso plan de Lula contra el cambio climático


. o que falam lá daqui

. notícia sobre o Brasil no El País, jornal espanhol

. escrito em espanhol, é claro



El ambicioso plan de Lula contra el cambio climático


JUAN ARIAS 04/12/2008


Brasil, que pretende ser un interlocutor de prestigio y de peso en los foros internacionales, cuenta por primera vez con un ambicioso Plan de Cambio Climático, considerado por los analistas mucho más avanzado que el Protocolo de Kioto. Es la primera vez que el Gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva ha decidido, con la movilización de 18 ministerios, elaborar un proyecto de defensa del medio ambiente para disminuir drásticamente la emisión de CO2, principal gas causante del efecto invernadero.

El Plan de Cambio Climático, firmado el lunes pasado por Lula y presentado a la conferencia de la ONU que sobre el tema se celebra estos días en Poznan (Polonia), ha sido bien acogido incluso por los ecologistas más críticos, aunque algunos consultados por este diario han sido prudentes, al recordar que Brasil se distingue por contar con leyes muy avanzadas que después acaban en agua de borrajas.

El Plan de Cambio Climático se ha hecho público justamente cuando se ha conocido que la destrucción de la Amazonia aumentó un 3,8% entre agosto de 2007 y julio de 2008, con un total de 11.968 kilómetros cuadrados de selva devastados, después de tres años de reducción de la deforestación.

Como es sabido, Brasil, con 20.000 incendios de selva amazónica por año, es uno de los países que más CO2 lanzan a la atmósfera. Es exactamente el cuarto país que más dióxido de carbono produce en el mundo. La Amazonia es responsable del 75% de los gases emitidos en todo el país. Según el ministro de Medio Ambiente, Carlos Minc, el protocolo firmado por Lula es como "cuatro Kiotos" juntos. El Plan de Cambio Climático abarca tres campos bien definidos: la lucha contra la destrucción de la Amazonia; el ahorro de energía y la alternativa al petróleo en los transportes. En este último campo se trata de aumentar un 10% el consumo de etanol en un año y evitar hasta 2017 la emisión de 500 millones de toneladas de CO2.

En lo referente a la deforestación de la Amazonia, el plan pretende reducirla entre el 20% y el 40%, evitando así la emisión de 4.000 millones de toneladas de dióxido de carbono y llegar a la meta de cero área destruida en 2015, plantando millones de árboles, tantos como se destruyen, en lugares hoy destinados a la ganadería y a la agricultura. Los productores que dejen de deforestar la selva permitiendo que pueda ser renovada serán indemnizados por el Gobierno.

También será abordado en el plan el asunto de la energía eléctrica, que pretende acabar con el desperdicio de un millón de megavatios anuales y reducir la emisión de CO2 en 120.000 toneladas a partir de 2009 y en 30 millones de toneladas hasta 2030. Se evitará la emisión de un millón de toneladas de CO2 mediante el cambio de un millón de calentadores eléctricos por otros que funcionan con energía solar.

Según el ministro Minc, Brasil, el país que cuenta con más agua dulce del planeta, con el mejor etanol, estaba hasta ahora en una posición defensiva y conservadora, mientras que, a partir de este Plan de Cambio Climático, todo eso va a cambiar. Lula ha pedido al ministro Minc que reúna a los 32 alcaldes de los municipios que más destruyen la Amazonia y a los gobernadores de los Estados involucrados para definir acciones conjuntas. Una de las iniciativas a discutir con ellos es la de estimular la conservación de la Amazonia con grandes incentivos del Gobierno para quienes se comprometan a dejar de destruirla.

En la redacción del plan han participado 18 ministerios —la mitad del Gobierno— incluso Hacienda y Asuntos Exteriores. Dichos ministerios seguirán ahora actuando para su realización. La secretaria de Cambio Climático, Suzana Kahn, recordó el lunes que el plan brasileño contra la contaminación ambiental va a realizar lo que nunca se había hecho en este país y que supera todas las expectativas. Según Kahn, entre los países en desarrollo sólo China e India cuentan con un plan semejante, pero el de Brasil, según ella, es el más concreto y consolidado.

Mientras tanto, el Gobierno se conforma con que la selva amazónica se destruya menos cada año. El fin de esta sangría, que ha acabado ya con el 20% de la mayor selva del mundo, es, por ahora, sólo un sueño.