sábado, 20 de novembro de 2010

Bienvenido a La Brújula Política

. descubra se você é de

. . direita ou esquerda

. . . anarquista ou autoritário

. . . . neste divertido jogo

. . . na deliciosa língua espanhola

. . vá ao sítio Brújula Política

. e inicie o teste

eu estou aqui neste ponto vermelho, acompanhado do Mandela, do Gandhi e do Dalai Lama

::: nada mal …




segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Brasil multicolor

. a velha midia brasileira mostrou um

. . mapa em 2 cores para indicar

. . . onde cada candidato tinha ganhado

. . . . isso leva a uma interpretação equivocada

. . . . . de que o Brasil ficou dividido depois da eleições

. . . . . . o que interessa obviamente a alguns setores

. . . . . . . mas esse mapa de 2 cores mostra apenas o sim e o não

. . . . . . . . ou estão comigo, ou são do mal (quem tem medo do lobo mau?)

. . . . . . . . . mas podemosinterpretar as coisas de outra forma

. . . . . . . . . . alguns estados a vitória foi por grade diferença

. . . . . . . . . 80% a 20%, por exemplo

. . . . . . . . em outros foi muito próxima

. . . . . . . 51% a 49%

. . . . . . e aí as cores são outras

. . . . . o design e ilustrador Bruno Barros, visite o sítio dele

. . . . fez este outro mapa com as nuances de cores

. . . correspondendo às nuances nas proporções de votação

. . assim não há 2 Brasis como querem alguns

. e um único Brasil cada vez mais forte




clique para ampliar


domingo, 14 de novembro de 2010

PSIU ?

. porque o PSIU da prefeitura de São Paulo não funciona

. . do site da prefeitura


PSIU no combate à poluição sonora

O Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura de São Paulo, ao combater a poluição sonora na cidade de São Paulo, tem a missão de tornar mais pacífica a convivência entre esses locais e os moradores da vizinhança. Mas não é em todos os casos que o órgão pode atuar. De acordo com a legislação, o PSIU está autorizado a fiscalizar apenas locais confinados, como bares, boates, restaurantes, salões de festas, templos religiosos, indústrias e até mesmo obras. Porém, a lei não permite que vistorie festas em casas, apartamentos e condomínios, por exemplo.
O órgão trabalha com base em duas leis: a da 1 hora e a do ruído. A primeira determina que, para funcionarem após à 1 hora da manhã, os bares e restaurantes devem ter isolamento acústico, estacionamento e segurança. Antes desse horário, a Lei do Ruído controla a quantidade de decibéis emitidos pelos estabelecimentos, a qualquer hora do dia ou da noite.

Como funcionam as vistorias

Na primeira vez em que o local é alvo de denúncia, o responsável pelo estabelecimento é comunicado sobre o incômodo que vem causando e orientado a solucionar os problemas. Se o problema persistir, a equipe de fiscalização é acionada, vai ao local e faz a vistoria.
Ao contrário do que pode se supor, não é possível fazer as vistorias no momento em que as denúncias são feitas. Isso porque elas são montadas com antecedência, pois podem precisar da participação de outros órgãos, como as Polícias Militar e Civil, Guarda Civil Metropolitana, Contru, Vigilância Sanitária e CET. Além disso, a programação é montada para que em um dia sejam feitas várias visitas em uma mesma região.
Não é raro, porém, que o som dos carros nas ruas e de pedestres conversando seja mais alto do que o emitido pelo estabelecimento vistoriado. Estas interferências são chamadas de “ruído de fundo”. Quando isso acontece, pode ser necessário fazer uma nova vistoria, em outro dia.
Outro fato que acontece com alguma freqüência é uma medição apontar que o estabelecimento vistoriado está com o ruído abaixo do permitido, mas o denunciante continuar reclamando do ruído. Neste caso, o som pode estar vazando por alguma porta ou janela lateral ou de fundo. Para resolver problemas assim, o PSIU entra em contato com o denunciante e pede autorização para realizar a medição da casa do denunciante.

Zoneamento define limites

Os limites de ruído são definidos pela Lei de Zoneamento. Nas zonas residenciais, é de 50 decibéis, entre 7 e 22 horas. Das 22 às 7 horas, cai para 45 decibéis. Nas zonas mistas, das 7 às 22 horas fica entre 55 e 65 decibéis (dependendo da região). Das 22 às 7 horas, varia entre 45 e 55 decibéis. Nas zonas industriais, entre 7 e 22 horas fica entre 65 e 70 decibéis; Das 22 às 7 horas, entre 55 e 60.
O estabelecimento que descumpre a Lei da 1 hora está sujeito à multa de R$ 28.899,00 mil. Se desobedecer novamente a lei, é lacrado na hora. Já para a desobediência à Lei do Ruído, a primeira multa pode variar de 300, 150, 100 a 50 UFMs.
Os números mostram o quanto tem sido intenso o trabalho do PSIU. De 2005 até o início do ano de 2010, foram realizados 143.335 atendimentos, aplicadas 1.956 multas por desrespeito à Lei da 1 hora e outras 1.046 por excesso de ruído. Além disso, 495 locais foram fechados.

Como denunciar

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 156, pelo SAC ou nas subprefeituras. Para que a ação tenha mais eficiência, é importante que a pessoa informe o endereço completo do estabelecimento que esta provocando incômodo, o horário de maior incidência de barulho e o tipo de atividade que ele exerce. O denunciante também deve identificar-se com nome completo, endereço e telefone. Os dados pessoais são guardados sob sigilo e não são divulgados.
ORIGEM DO BARULHO – 2009
Poluição sonora – 53%
Fechamento de bar após 1h – 19%
Obras – 9%
Igrejas – 11%
Diversos – 8%

Ranking subs que mais recebem reclamações – jan de 2009 a jan de 2010
1. Sé – 3721
2. Pinheiros - 3129
3. Vila Mariana - 1777
4. Mooca - 1681
5. lapa – 1638

Números – fiscalização geral 2005 – Fev/2010
Ano20052006200720082009
Acumulado Jan/Mai2010
Reclamações Recebidas30.49532.27237.11442.07533.67313.442
Atendimentos Realizados14.38823.35128.76433.88435.51113.453
Notificação p/ Bares aberto após 1h - Lei 12.87997573921(*)00 0
Comunicados 11.88914.1165.716
Multa e Lacração para bares abertos após1h - Lei 12.879158127412254885266
Multas de Ruído2137422122427076
Fechamento Administrativo / Policial66881094813885
Multas Aplicadas (aprox)R$ 8,2 milhõesR$ 7,8 milhõesR$ 15,5 milhõesR$ 12 milhõesR$ 28 milhãoR$ 9,2 milhão


* A partir de 20/06/07 adotada a medida administrativa de não mais notificar, apenas comunicar via correio – com o mesmo efeito da notificação (Portaria nº 025/SMSP/SEC/2007)


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

nosotros

. nosotros los mexicanos

. . pero sirve para nosotros también




domingo, 12 de setembro de 2010

trenzinho


O trem não para e você pode descer. Isto é que é engenharia!!!!


Projeto do trem bala na China. Uma inovação da nova locomotiva chinesa: descer do trem sem que ele precise parar!
Não há tempo a ser desperdiçado. O trem bala está se movendo o tempo todo. Se existem 30 estações entre Pequim e Guangzhou, parar e acelerar de novo em cada estação vai fazer perder energia e tempo. Uma parada de 5 minutos por estação (passageiros idosos são naturalmente mais lentos) resultará em uma perda total de 5 min x 30 estações, ou 2,5 horas de tempo de viagem do comboio.
Os chineses são inovadores o suficiente para chegar a um conceito de trem sem paradas. Os passageiros embarcam, na estação, em uma cabine conectora antes que o trem chegue. Quando o trem chega, ele não vai precisa parar. Ele apenas diminui a velocidade para pegar a cabine conectora que vai se acoplar ao teto do trem.
Depois dessa acoplagem, os passageiros deixam a cabine conectora e descem para o interior do trem. Após o embarque, a cabine será movida para a traseira do trem, para ser ocupada pelos passageiros que querem descer na próxima estação. Quando o trem chega na estação seguinte, ele deixará a cabine conectora na estação. Os passageiros assim desembarcam na estação sem a necessidade do trem parar. Ao mesmo tempo, o trem vai pegar os passageiros de uma outra cabine conectora, com novos passageiros.
Assim, o trem terá sempre uma cabine conectora na parte traseira do teto (para desembarque) e uma cabine conectora na parte dianteira do teto (para embarque) em cada estação.
Isso não é "pensar fora da caixa"?


video ilustrativo




quarta-feira, 1 de setembro de 2010

domingo, 8 de agosto de 2010

Atacar o Irã: Erro iminente

. minha ingênua pergunta
. . o presidente Obama deveria devolver o Nobel da Paz ?


Saiu no vi o mundo em

8 de agosto de 2010 às 11:27



Atacar o Irã: erro iminente

3/8/2010, Ruqayyah Shamseddine, Al-ManarTV, Beirute


Tradução Caia Fittipaldi


A partir de 1945, os EUA já tentaram derrubar pelo menos 50 governos estrangeiros – incluída a última tentativa, em curso, de derrubar o governo eleito do Irã. Essa vergonhosa estatística não é resultado apenas de má política externa; quando o presidente Obama assinou a decisão e converteu em lei, dia 1/7/2010, as sanções contra o Irã, não cometeu erro de desatenção, nem errou por descuido. A política externa dos EUA pode ser comparada à ação de um assassino serial.


Estrangulamento econômico e agressão militar contra o Irã


As sanções agem em silêncio, mas são terrivelmente mortíferas. Matam combatentes e não-combatentes indiscriminadamente e covardemente. Basta ver as sanções que os EUA impuseram ao Iraque: o pesquisador Richard Garfield estima que “pelo menos 100 mil ou, em avaliação mais rigorosa, mais de 220 mil recém-nascidos e bebês morreram, no Iraque, entre agosto de 1991 e março de 1998, por causas motivadas ou diretamente relacionadas às sanções econômicas”.


O governo Obama divulgou as sanções econômicas dos EUA contra o Irã como se fossem medidas “pacíficas” – tentativa pacífica de asfixiar a economia iraniana, cujo único objetivo era tentar pacificamente paralisar o país. Não bastasse, no final de junho cerca de uma dúzia de navios de guerra dos EUA e pelo menos uma corveta israelense cruzaram o Canal de Suez seguidas de três esquadras navais – em ato flagrante de provocação e tentativa de intimidação, que veio coordenado com agressiva retórica imperialista.


Dia 1º de agosto, o almirante Mike Mullen – chefe do Estado-maior do exército dos EUA, disse que os EUA têm planos prontos para atacar o Irã. Falando no domingo ao programa “Meet the Press” da rede NBC, Mullen disse que “as opções militares estavam sobre a mesa e continuam sobre a mesa. Espero que não cheguemos até lá, mas é opção importante e é opção já bem compreendida”.


Grande número de jornalistas, dos mais bem qualificados aos inqualificáveis, têm-se dedicado a converter a Resolução n. 1.553 da Câmara de Deputados dos EUA, em petulante brincadeira de desocupados; convertendo o que bem poderia ser uma avalanche de repúdio nascida da opinião pública norte-americana, em retórica a mais oca, para assim suavizar o que jamais deixou de ser manobra política de alto conteúdo tóxico.


O corpo de jornalistas-correspondentes dos grandes jornais já nem falam do número de baixas na população civil, na pobreza e na subpobreza em que naufragam os territórios palestinos ocupados pela entidade sionista ou da grotesca cumplicidade entre regimes ocidentais. Nada disso. A cobertura que a imprensa, jornais e televisão, oferece da invasão, nos dois casos, tanto no Iraque quanto no Afeganistão, começou com algum alarido e rapidamente se converteu em sussurro, para só reaparecer, sempre tímida, quando clamam aos céus as cinzas de grande número de mortos ou acontece algum aniversário ‘histórico’ sem importância alguma.


Se, ou quando, o Irã for militarmente agredido, não será diferente.


A Câmara de Deputados dos EUA ‘exige’ guerra


A Resolução 1.553 da Câmara de Deputados dos EUA não finge nem tenta fingir que ‘anseia’ por alguma paz. Sua razão de ser vem explícita, jogada à cara do mundo:


“Expressamos integral apoio ao direito do Estado de Israel (…) de usar todos os meios necessários para enfrentar e eliminar a ameaça que vem da República Islâmica do Irã, inclusive o direito de usar força militar.”


Os deputados republicanos dos EUA deram carta branca a Israel, hoje envenenada e que pode, em breve, estar também encharcada de sangue; o Estado sionista recebeu luz verde e os deputados dos EUA lhes gritam “Abrir fogo!”


Independente do que o conjunto hoje hegemônico de pseudo-intelectuais e políticos queira fazer-crer ao mundo, Israel não tem qualquer preocupação com a opinião pública, sempre que se trata de agir ao arrepio da lei internacional e de qualquer lei. Incontáveis vezes, sempre e sempre, Israel já deu provas de que sua agenda está acima de qualquer lei, e ninguém, até hoje, conseguiu levar o regime sionista às barras de algum tribunal, ou obrigá-lo a prestar contas de uma lista-de-lavanderia de crimes de guerra contra o povo palestino e o povo libanês. Israel não é Estado de Direito e jamais obedeceu a lei alguma, sempre em conluio com seu parceiro de crimes, os EUA.


As forças de ocupação israelenses já treinam para atacar o Irã


Dia 30 de julho, a mídia em Israel noticiou que as Forças de Ocupação Israelenses estavam em “treinamento militar na Romênia, em terreno montanhoso e de cavernas, semelhante aos túneis de montanha nos quais o Irã enterrou suas instalações nucleares. Seis aviadores israelenses morreram em acidente com um helicóptero Sikorsky “Yasour” CH-53 nas montanhas dos Cárpatos romenos, na 2ª-feira, 26/7. O acidente ocorreu na fase final de exercício conjunto de três exércitos, EUA-Israel-Romênia[1], em que se simulava um ataque ao Irã”.


A rede PressTV libanesa noticiou, dia 1º/8, que Israel ameaça abertamente bombardear as instalações nucleares iranianas há anos, mas “a probabilidade de ataque desse tipo aumentou significativamente, dada a crescente impaciência de Telavive com as sanções do Conselho de Segurança da ONU e dos EUA e outras medidas assemelhadas adotadas unilateralmente pelos EUA e pela União Europeia, que até agora não apresentaram o resultado esperado de alterar a posição de Teerã, de defender seu programa nuclear para fins pacíficos.”


Ouvem-se mais altos os tambores de guerra e o sinal é mais claro


Senadores dos EUA declararam, em uníssono, que as sanções contra o Irã não impedirão a República Islâmica de perseverar em suas “ambições nucleares” – em termos que leigos entendam: os políticos norte-americanos ‘exigem’ que o Irã pare de fazer o que o Irã já declarou incontáveis vezes que não está fazendo. Se o Irã não parar de fazer o que não está fazendo (i.e. fabricando bombas atômicas etc.), haverá consequências, incluído aí um cenário de Apocalipse, que interessa muito, é claro, a Israel.


Do senador dos EUA Joseph “Bombardeiem o Irã” Lieberman: “Considero profundamente importante que a liderança iraniana fanática entenda que falamos muito sério sobre o programa de bombas atômicas deles, e se dizemos que não aceitamos que o Irã se torne nuclear, não aceitamos e não aceitaremos – e podemos e faremos qualquer coisa para impedir que o Irã se torne nuclear. Depois virão as sanções, sanções violentas, sanções econômicas. Francamente, é a última chance que damos ao Irã de pouparem o mundo inteiro, inclusive os EUA, de terem de tomar uma dura decisão entre permitir um Irã nuclear e usar nosso poder militar para impedir que continuem nucleares.”


Do senador dos EUA Evan Bayh: “Temos de considerar a opção final, o uso da força para impedir o Irã de construir uma arma nuclear.”


De Leon Panetta, diretor da CIA: “Acho que as sanções terão algum impacto (…) Mas afastarão o Irã de suas ambições de alcançar capacidade nuclear? Provavelmente, não.”


Na reunião do G8, em julho, o presidente Obama declarou que o Irã teria prazo até setembro para aceitar as propostas internacionais que visam a impedir que a República Islâmica desenvolva armas nucleares. Setembro é o prazo final.


Os EUA não agirão sozinhos em guerra contra o Irã, nem nada leva a crer que os EUA declararão guerra ao Irã. Israel, que já provou sobejamente apoio integral ao terrorismo imperialista terá a tarefa de acender o pavio. Afinal de contas, quem impedirá a entidade sionista ilegal de fazer no Irã o que já fez no Líbano e em Gaza e faz em cada precioso palmo da terra palestina ocupada?


O Irã já se manifestou claramente, sem meias palavras, como tantas outras vezes. O embaixador do Irã à ONU, Mohammad Khazai, já disse que “se o regime sionista cometer qualquer agressão em território do Irã, incendiaremos todo o front dessa guerra que eles inventaram, e Telavive arderá.”


Setembro está perto e logo saberemos se Israel e EUA cumprirão, ou não, suas muitas ameaças. Todas as guerras provocadas por Israel ao longo de sua história de perversidades foram guerra de agressão ditas ‘preventivas’. O tempo dirá se tentarão acrescentar o Irã, como mais uma marca em pistola de matador. Se tentarem, saberão: foi a última vez.


[1] Sobre o acidente e esses exercícios militares, ver Robert Fisk, 2/8/2010, The Independent, em português “Israel já se meteu pela União Europeia adentro… e ninguém viu!”, no Blog O outro lado da notícia (em http://www.vermelho.org.br/blogs/outroladodanoticia/?p=44375).