segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Cotistas se dão bem na sua maior prova: a carreira

fonte :

luisnassif, dom, 08/01/2012 - 23:17


Autor: MARIA LUISA BARROS - O Dia

Por implacavel


POR MARIA LUISA BARROSNove em cada 10 formandos beneficiados por reserva de vagas estão no mercado de trabalho. Seis, na sua área de formação


>Rio - Oito anos após o início do programa de reserva de vagas no ensino superior para negros e estudantes da rede pública, ex-cotistas estão se saindo muito bem na prova mais importante: a carreira profissional. Sete em cada dez estudantes que ingressaram na universidade pelo sistema de cotas já conquistaram uma vaga no mercado de trabalho, sendo seis deles na sua área de formação. Dois se preparam para concursos e apenas um não conseguiu emprego após a formatura.


Os dados inéditos fazem parte da primeira pesquisa feita, no ano passado, pela Universidade do Estado do Rio (Uerj), com 20% dos 4.280 ex-cotistas. O levantamento coordenado pela Sub-reitoria de Graduação revelou que 90% dos cotistas pioneiros não pensam em parar os estudos. Entre os egressos, 67% já concluíram cursos de pós-graduação e 39% frequentam mestrado, como Bruna Melo dos Santos, 30 anos.


Formada em História, ela está na segunda faculdade, de Arquivologia, que concilia com o curso de mestrado. “Eu só precisava de uma chance de provar que era capaz. Daqui a dois anos pretendo fazer doutorado na Inglaterra”, planeja ela, que agradece aos patrões da mãe, doméstica, pela ajuda nos anos difíceis da faculdade. “Eles me davam vales-alimentação, transporte e até curso de inglês. Foram anjos na minha vida”, conta Bruna, que viu o padrão de vida mudar após os estudos. Ela comprou um apartamento junto com o marido, também ex-cotista, e se mudou de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, para Irajá, na Zona Norte do Rio, para ficar mais perto do trabalho.


As amigas Ana Paula Ferreira de Melo, 27, e Camila Rodrigues de Souza, 26, trilharam o mesmo caminho, fazendo as duas faculdades. Ana Paula é professora das redes municipal e estadual do Rio e Camila trabalha como arquivista na iniciativa privada.


“Vejo nos meus alunos que a maioria não sonha. Tento servir de exemplo”, diz Ana, que também comprou apartamento. “Estudávamos muito porque a cobrança era maior em cima da gente. Não queríamos que ninguém dissesse que jogamos fora a oportunidade”, conta Camila.


Beneficiados por cota se formam mais que os outros


Formada na primeira turma de cotistas da Uerj, em março de 2007, a dentista Priscila Seraphim, 26 anos, é a prova de que, às vezes, basta uma oportunidade. Ela se divide em três clínicas odontológicas e o curso de especialização. Durante a faculdade, Priscila contou com a ajuda da aposentadoria da avó para custear R$ 2 mil por semestre com o material da aula prática, livros, roupa branca, alimentação e transporte: “Havia livros que custavam R$ 300 e não tinha para todos na biblioteca”.


Como ocorreu com Priscila, a Sub-reitoria de Graduação da Uerj identificou que a maior dificuldade dos cotistas era permanecer até a formatura. Por isso ampliou a assistência estudantil. Além da bolsa-auxílio de R$ 300 e de oficinas de reforço escolar, a universidade passou a fornecer livros, calculadoras e kits básicos para alunos de Medicina e Odontologia, que incluem instrumentos como estetoscópio e material para aulas em laboratório.


Como tartarugas da fábula, cotistas começam em desvantagem, mas podem ser os primeiros na linha de chegada, incentivados pela determinação que os leva a seguir sempre em frente. Eles se formam mais (25,9%) do que os não-cotistas (20,5%). “Agarram com unhas e dentes a oportunidade e fazem melhor uso do dinheiro público, já que não abandonam o curso”, reconhece a sub-reitora Lená Menezes.



domingo, 8 de janeiro de 2012

Conheça a nova tecnologia das hidrelétricas brasileiras


Para entender como funcionam as novas usinas hidroelétricas no Brasil e assim entender porque Belo Monte afinal não é tão monstruoso como falam ?




ALGUÉM MORREU EM CUIPIRANGA


Por José Ribamar Bessa Freire
08/01/2012 - Diário do Amazonas

Quem é que morreu em Cuipiranga? Foi algum cuipiranguense ilustre? Por que o cemitério dessa modesta comunidade ribeirinha está lotado com tanta gente nesta manhã de domingo, 8 de janeiro de 2012? Eram previstas 250 a 300 pessoas que sairiam às 8h00 caminhando pelo trapiche. Quantas vieram? Quem são elas? Por que desfilam, tão compenetradas, entre covas, tumbas e jazigos? Onde vão depositar as coroas de flores que carregam? De quem é, afinal, o velório? Qual o objetivo dessa romaria fúnebre? Aliás, pra começo de conversa, alguém aí, por favor, sabe me informar onde é mesmo que fica Cuipiranga?



O ex-tupamaro que revolucionou os estudos sobre Alzheimer


Leia aqui :



Estudante austríaco processa Facebook




Enviado por Sonia Montenegro

Para os que têm e usam Facebook! Nao perca o vídeo abaixo (que vem da Alemanha) ... E veja o que estão fazendo com você, sem você saber ...

O estudante de direito em Viena, Max Schrems, iniciou um processo contra o Facebook, a maior rede social do mundo criada por Mark Zuckerberg.

continua aqui


Site "Europe versus Facebook


Perplexidade mongol


Por Marcos Coimbra


Vamos imaginar que um cientista político da Mongólia resolvesse fazer uma análise da situação política do Brasil em 2011, país que mal conhecia quando se propôs essa inusitada empreitada. Vamos imaginar que entende o português, pelo menos o suficiente para acompanhar o que a imprensa brasileira publicou sobre o assunto nos últimos meses.




Viva Petrolina !


Blog "o cafezinho"

8 JANUARY 2012 3 COMENTÁRIOS

Houve tempo em que a imprensa era uma instituição vinculada à cultura do esclarecimento. Hoje é o contrário. Quanto mais eu estudo os imbróglios midiáticos envolvendo o ministério da Integração Nacional, mais eu fico estupefato com o volume de desinformação disseminado.




domingo, 1 de janeiro de 2012

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

As pedras do sol



Blocos de granito talhados há mil anos no Amapá estão alinhados com a trajetória do astro

Marcos Pivetta
Edição Impressa - Agosto 2011

Sítio do Rego Grande: astronomia e cemitério

No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu em terras do atual norte do Amapá, uma área então em litígio entre o Brasil e a França. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, como o alemão Curt Nimuendajú nos anos 1920 e os americanos Betty Meggers e Clifford Evans no final dos anos 1950, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Pouca cerâmica associada aos locais dos megálitos, como são chamadas as grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas, foi resgatada e ganhou corpo a interpretação de que, naquele pedaço quase perdido da Amazônia, apenas uma pequena população de algum povo pré-colombiano deve ter feito sua morada. Os sítios deveriam ter sido usados basicamente para fins cerimoniais. Depois disso, a região caiu num semiesquecimento para a ciência.

Até que, em 2005, um jovem casal de arqueólogos gaúchos, Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha, deixou o Sul, se mudou para a capital amapaense e passou a se dedicar ao estudo de alguns 200 sítios pré-históricos do estado, dos quais uns 30 apresentam megálitos. Embora ainda haja muitas lacunas de conhecimento sobre a antiga cultura que talhou e ordenou os blocos de granito, alguns com até 2,5 metros de altura e 4 toneladas, a dupla de pesquisadores produziu uma série de novos dados sobre o contexto em que as estruturas foram erigidas. Pela primeira vez, o importante sítio do Rego Grande, dotado de vistosas pedras na posição vertical e situado em Calçoene, município distante 460 quilômetros ao norte de Macapá, foi alvo de uma datação por carbono 14, um dos métodos mais confiáveis. “Conseguimos realizar três datações de fragmentos de carvão encontrados dentro de poços funerários do Rego Grande”, diz Mariana, que, como Saldanha, trabalha no Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa). O local foi habitado há cerca de mil anos, dado que confirma as estimativas iniciais dos cientistas. Outros 10 sítios do Amapá, três deles com megálitos, também foram datados e todos parecem ter sido ocupados entre 700 e mil anos atrás.

É relativamente comum que sítios pré-históricos com megálitos exibam evidências de terem sido usados como lugares para observação de algum fenômeno astronômico. Essa é uma das funções que se atribuem comumente ao famoso círculo de pedras de Stonehenge, erigido há 4,5 mil anos no sul da Inglaterra. Seria o Rego Grande um Stonehenge amazônico? As evidências apoiam essa interpretação. Nos últimos anos os arqueólogos realizaram medições sistemáticas sempre na data de 21 ou 22 de dezembro, que marca o solstício de inverno (Calçoene está acima da linha do equador), e verificaram que um fino monólito parece estar alinhado com a trajetória do sol ao longo desse dia. Ao nascer, o sol está no topo da rocha e, com o passar das horas, vai descendo até morrer na base da rocha. “Nessa época do ano o solstício marca o início da temporada de chuvas na Amazônia”, comenta Saldanha. “Os índios deviam saber disso.” Dois outros blocos de granito, inclusive um com furo feito por mãos humanas, também ocupam posições aparentemente associadas ao movimento do astro nessa data. Como as pedras e blocos inclinados do Rego Grande exibem uma robusta fundação, feita também de pedras, os arqueólogos acreditam que a angulação do megálito foi pensada por seus idealizadores, e não seria fruto do desgaste natural sofrido pelos pedaços de granito do sítio.

Especialista em megálitos, em especial os do Alentejo, o arqueólogo português Manoel Calado, da Universidade de Lisboa, concorda com a hipótese de que as pedras inclinadas do Rego Grande podem ter sido dispostas dessa maneira para marcar a observação, na linha do horizonte, de eventos astronômicos simples, de caráter cíclico, como a trajetória do sol solsticial. “Não tenho nenhuma dúvida (disso)”, diz Calado, que já esteve no Amapá para conhecer as estruturas líticas desse sítio, mas não faz parte do grupo de pesquisa dos brasileiros. “Esse é um dos aspectos que tornam os megálitos amazônicos muito semelhantes aos da Europa.” Para ele, a construção desse tipo de estrutura pode ter sido realizada no Amapá num momento em que as tribos locais passavam por um processo de sedentarização e de eclosão ou desenvolvimento da agricultura. Era preciso estar fixo à terra para alterar a paisagem com estruturas como os megálitos.


Cerâmica aristé e monólito apontando para o sol no dia do solstício

Cemitério - Rego Grande e outros sítios com megálitos exibem traços de terem sido usados também como cemitérios, outra característica típica desse tipo de estrutura pré-histórica. Urnas funerárias feitas no estilo cerâmico aristé, marcado por desenhos vermelhos sob um fundo branco ou pontuado por gravuras feitas na argila ainda úmida, foram encontradas nesses locais. Pedaços de vasos decorados, achados junto às urnas, indicam que os mortos podem ter sido enterrados ao lado de oferendas. “Os sítios com grandes megálitos devem ter sido destinados às pessoas mais importantes da tribo”, afirma Saldanha. O problema é que cerâmicas desse estilo foram igualmente encontradas em sítios pré-históricos que não exibem monumentos de pedra. Comum em todo o litoral norte do Amapá e na Guiana Francesa, a elaborada cerâmica aristé deixou de ser produzida depois da chegada do europeu às Américas e, segundo Mariana, sua confecção não pode ser associada a nenhum povo indígena atual da região.

A dupla de pesquisadores, que representa dois terços da arqueologia amapaense (só há mais um especialista nesse tema no estado), escavou ainda duas aldeias antigas, também na região de Calçoene, onde devem ter morado os construtores das grandes estruturas líticas. Descobriram vestígios de apenas meia dúzia de habitações em cada aldeia. No início de seus trabalhos os arqueólogos ainda se amparavam na hipótese de que poderia ter havido uma sociedade complexa e organizada, com uma população numerosa e grandes acampamentos, no norte do Amapá, por volta do ano mil da era cristã, quando surgiram os primeiros megálitos. Agora acreditam que a alteração na paisagem natural do Amapá pode ter sido produzida por tribos com poucos representantes. “Eles parecem ter vivido em pequenas aldeias esparsas, mas tinham uma liderança e organização para ter feito os megálitos”, afirma Saldanha.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Hidrelétricas emitem menos carbono do que se pensava


Emissão de gases de efeito estufa é menor conforme aumenta a latitude e a idade do reservatório

Isis Nóbile Diniz
Edição Online - 1º/08/2011

Existe geração de energia completamente limpa? Nem as hidrelétricas, que têm como matéria-prima um recurso renovável, a força da água no curso de rios, escapam da análise: elas também emitem gases de efeito estufa como dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4).

Porém, uma equipe internacional coordenada por Fábio Roland, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, conclui que as emissões são mais baixas do que se imaginava. Elas correspondem a 4% das emissões globais de carbono provenientes das águas distribuídas dentro dos continentes – rios, lagos, lagoas –, sendo que representam 20% dos reservatórios em geral, incluindo aqueles destinados ao abastecimento humano e à agricultura. Além disso, o grupo também concluiu que a emissão diminui quanto maior a latitude em que se encontram e quanto mais tempo têm. As mais poluidoras estão localizadas na Amazônia.

O estudo, publicado na Nature Geoscience desta semana (31 de julho), considerou 85 reservatórios distribuídos no mundo todo e se baseou em dados de revistas científicas renomadas como a Science até o final de 2010. Os cientistas de maneira geral acreditavam que os reservatórios de água feitos pelo homem emitiam 321 teragramas (Tg, 321 gramas com mais 12 zeros) de carbono por ano. No entanto, a equipe verificou que o número relativo aos reservatórios destinados à geração de energia é de 48 Tg de carbono. “É pouco, mas a energia hidrelétrica está se expandindo. Esse número certamente vai aumentar”, acredita Roland. “Muitos países como a China e a Índia estão centrando suas matrizes energéticas em hidreletricidade. Eles estão construindo grandes reservatórios”, completa.

Por enquanto, o Brasil e o Canadá são os principais produtores de energia hidrelétrica. Algumas delas, como a Usina Hidrelétrica de Balbina, estão localizadas na região amazônica e se destacam por ainda emitirem carbono para a atmosfera. Uma das explicações está na latitude: as atividades de decomposição são mais intensas nos reservatórios próximos ao Equador. “Mesmo assim, as usinas que geram energia usando combustível fóssil emitem mais carbono do que a de Balbina”, alerta o pesquisador.

Também devido à decomposição, a idade da hidrelétrica interfere nas emissões. Conforme o tempo passa, há menos material para ser degradado. “Quando um reservatório acaba de ser criado, o solo e a vegetação terrestres são inundados. A matéria orgânica que fica imersa nas águas dos reservatórios é decomposta por bactérias. O consumo gera dióxido de carbono a partir da respiração durante o processo de degradação. No fundo dos reservatórios, nas camadas sem oxigênio, o metano é formado pela ação de bactérias metanogênicas que degradam a matéria orgânica do solo e da vegetação inundada”, explica o pesquisador. “Quando se coloca chá de erva cidreira em um copo e depois se joga água em cima, o líquido começa a ficar esverdeado; o material da planta é liberado para a água. No caso dos reservatórios, o material orgânico dissolvido na água é fonte de alimento para as bactérias.”

Assim, Roland afirma que uma das maneiras de diminuir as emissões é alagar uma área menor. “Na região amazônica, os reservatórios das hidrelétricas de Santo Antônio e de Jirau, por exemplo, terão uma área alagada pequena. Isso porque a energia será gerada aproveitando a elevada vazão do rio Madeira”, conta. Sobre a usina de Belo Monte, o pesquisador diz que desconhece o projeto de engenharia. “A engenharia, em particular a de hidrelétricas, tem avançado muito graças à ecologia. É possível criar novas tecnologias para a geração de energia e, inclusive, sem inundar uma área grande”, acredita.

O didático Fábio Roland, neste momento, está na cidade holandesa de Wageningen como parte de uma cooperação entre os países na universidade de mesmo nome estudando o papel das cianobactérias - organismos fotossintetizantes que vivem flutuando na água - em ecossistemas aquáticos. “Elas produzem substâncias tóxicas para o consumo humano”, explica em entrevista feita por programa de conversa telefônica on-line, no escritório emprestado pela guarda florestal do local. Do seu trabalho de campo, o professor se diz satisfeito em contribuir para a discussão que visa a contenção do aquecimento global. “Este é um momento especial para a ciência brasileira. Estamos realizando pesquisas de excelência para ajudar no entendimento do papel dos reservatórios de hidrelétricas no contexto das mudanças climáticas. Atualmente, o Brasil está trabalhando no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)”, comemora. E, do interior da Holanda, lembra dos alunos: “Nathan Barros, o primeiro autor citado no artigo, é estudante de doutorado. Daqui a alguns anos o mundo, principalmente o Brasil, terá um contingente de especialistas em reservatórios”. Assim, do lado de cá do planeta, o grupo de Juiz de Fora continua o trabalho investigando a ecologia dos reservatórios brasileiros.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Como Lidar Com Stress


. pescado no blog do Kanitz


Este artigo circula na Internet desde 2001, de autor desconhecido, e eu suspeito que é traduzido do Chinês. Mas vale a pena ler.

Em uma conferência, ao explicar para a plateia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou:


-"Qual o peso deste copo d'água? "
As respostas variaram de 250g a 700g.
O palestrante, então, disse:
- "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segurar o copo levantado."

"Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema.

Se eu o mantenho levantado por uma hora, vou acabar com dor no braço.

Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância."
- "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse.

Se você carrega a sua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la."

"Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente.

Com nossa carga acontece o mesmo.

Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga."

Em seguida, ele distribuiu um folheto contendo algumas formas de administrar as cargas da vida, que eram:

1 * Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.

2 * Mantenha sempre suas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3 * Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem.

4 * Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.


5 * Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6 * Se você emprestar R$200,00 para alguém e nunca mais vir essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dela.

7 * Pode ser que o único propósito da sua vida seja servir de exemplo para os outros.

8 * Nunca compre um carro que você não possa manter.

9 * Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10 * Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.

11 * Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12 * Lembre que é o segundo rato que come o queijo - o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.

13 * Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14 * Quando tudo parece estar vindo na sua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.

15 * Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive.

16 * Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez.

17 * Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18 * Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada. Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo "queria ter estado lá".

20 * Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.


"Portanto, antes de voltarem para casa, depositem sua carga de trabalho/vida no chão.

Não carreguem para casa.

Vocês podem voltar a pegá-la amanhã.

Com tranquilidade."



domingo, 6 de março de 2011

The Argument Sketch


Sketch do episódio 3 "O programa do dinheiro" da terceira temporada do Monty Python's Flying Circus. Legendado em português.





quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

vacas capitalistas


CAPITALISMO.
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce. Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!


CAPITALISMO AMERICANO:
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.


CAPITALISMO FRANCÊS:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.


CAPITALISMO CANADENSE:
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem. Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.


CAPITALISMO JAPONÊS:
Você tem duas vacas. Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.


CAPITALISMO ITALIANO:
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!


CAPITALISMO ENRON :
Você tem duas vacas. Vende três para a sua companhia de capital aberto usando garantias de crédito emitidas por seu cunhado. Depois faz uma troca de dívidas por ações por meio de uma oferta geral associada, de forma que você consegue todas as quatro vacas de volta, com isenção fiscal para cinco vacas. Os direitos do leite das seis vacas são transferidos para uma companhia das Ilhas Cayman, da qual o sócio majoritário é secretamente o dono. Ele vende os direitos das sete vacas novamente para a sua companhia. O relatório anual diz que a companhia possui oito vacas, com uma opção para mais uma.
Você vende uma vaca para comprar um novo presidente dos Estados Unidos e fica com nove vacas. Ninguém fornece balanço das operações e o público compra o seu esterco.


CAPITALISMO BRITÂNICO:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.


CAPITALISMO HOLANDÊS:
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.


CAPITALISMO ALEMÃO:
Você tem duas vacas. Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.


CAPITALISMO RUSSO:
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta de novo e vê que tem 12 vacas. Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.


CAPITALISMO SUIÇO:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobra para guardar a vaca dos outros.


CAPITALISMO ESPANHOL:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.


CAPITALISMO PORTUGUÊS:
Você tem duas vacas. E reclama porque seu rebanho não cresce…


CAPITALISMO CHINÊS:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.


CAPITALISMO HINDU:
Você tem duas vacas. E ai de quem tocar nelas.


CAPITALISMO ARGENTINO:
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês. As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.


CAPITALISMO BRASILEIRO:
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada. O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo….



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Oração do Descrente


Um padre aqui da paróquia,

baixinho, me confessou

que nunca, jamais, de Deus

ele desacreditou.

Só uma dúvida persiste:

“quem é - se é que existe -

o pai do pai do Senhor?

Se antes do nada era Deus,

antes de Deus era o que?

E se até nem mesmo Ele

um dia venha a saber?”

O padre se perguntava,

em claro à noite ficava,

buscando a si responder.

Mas que maluquice é essa,

ora padre, vá dormir!

“Estou orando, ora filho!

Na hora o sono há de vir.

Só quando souber eu vou,

quem é que é o meu avô,

tão querendo me iludir?




terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Família britânica produziu apenas uma sacola de lixo em 2010


. fonte : BBC Brasil
. . 10 de janeiro, 2011 - 11:03 (Brasília) 13:03 GMT



Os Strauss criaram o site www.myzerowaste.com para contar a experiência

Uma família britânica diz ter conseguido produzir apenas uma sacola de lixo em todo o ano de 2010.


O casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de 9 anos, reciclam praticamente tudo, plantam grande parte da própria comida e transformam restos de alimento em adubo.


Além disso, eles compram produtos diretamente de produtores locais para evitar embalagens em excesso e quando vão ao açougue, por exemplo, eles levam os próprios recipientes.


Em 2009, eles conseguiram reduzir sua produção de lixo para apenas uma lata. Em 2010, os Strauss, que vivem em Longhope, no condado de Gloucestershire, eles decidiram aumentar o desafio e não produzir lixo nenhum.


"Estamos muito felizes com o resultado. Nós sabíamos que produção 'zero' de lixo seria impossível, mas se você não colocar as metas lá no alto, nunca vai saber o que pode alcançar", disse Rachelle Strauss.


A pequena sacola de lixo continha alguns brinquedos quebrados, lâminas de barbear, canetas e negativos fotográficos.


Contaminação por plástico


A ideia de reduzir drasticamente a produção de lixo da família surgiu em 2008, mas quando Rachelle falou com o marido sobre sua proposta, percebeu que ele não estava interessado.

"Richard só resolveu encampar a ideia depois de ler uma série de artigos sobre os danos causados à vida marinha pela contaminação por plástico. Ele ficou muito impressionado", disse Rachelle à BBC Brasil.


Os Strauss começaram o desafio reduzindo o uso de plástico. Depois, passaram a reciclar e reaproveitar cada vez mais, além de usar baterias recarregáveis e painéis solares para gerar energia.


A experiência foi contada em um site na internet, o www.myzerowaste.com, que acabou virando referência sobre reciclagem e tem mais de 70 mil visitantes por mês.


"Para quem quer reduzir a produção de lixo, minha primeira dica seria pensar no que você está comprando e escolher produtos com menos embalagem e com invólucros que sejam recicláveis. Em segundo lugar, é importante evitar o desperdício de alimento. Aqui na Grã-Bretanha, um terço da comida que compramos acaba no lixo. Em terceiro lugar, tente reciclar o máximo que puder", aconselha Rachelle.